
Folk Lusitânia Folk, Neo-clássico, New Age, World Music, Darkwave, Medieval, Música Étnica, Folk Metal, Symphonic Metal, Dark Ambient, Neofolk, Marcial. |
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| | Filiação política/social da música que ouvimos. | |
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| Autor | Mensagem |
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Averróis Deus(a) da Lua (moderação)

 N. de Mensagens: 3202 Idade: 813 Local: Córdoba
 | Assunto: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 9:35 am | |
| Aproveitando, já que estamos com a mão na massa, este tópico serve para abordar um assunto por vezes problemática onde as opiniões prometem ser bastante dispares e que já tenho pensado em abrir. Aqui vão algumas perguntas para lançar a discussão:
1) A ideologia política/social promovida activamente por uma banda deve ser sempre consentida? Será que a arte fala mais alto que tudo o resto?
2) Será legítimo deixar de apoiar e divulgar (boicotar) o trabalho de uma banda quando se acha que esta promove ideologias políticas ou sociais que consideramos nefastas para a sociedade? (por exemplo o fascismo/neonazismo). Se sim, qual o critério?
Darei a minha opinião mais lá para a frente. _________________  |
|  | | Urânia Rei/Rainha

  N. de Mensagens: 1104 Idade: 25 Raça: Elfo Elemento: Ar Deus: Urano (Céu/Elevação/Perfeição) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 10:46 am | |
| Bolas @averróis tu só fazes perguntas dificeis! xD Penso que as bandas podem defender o que quiserem, e por serem consideradas Arte podem até exagerar um bocadinho. xD Cabe aos ouvintes ter o bom senso de saber discernir a Arte do que é a realidade. Trata-se do mesmo que para quem vai ver um filme de terror, quando o filme termina, não irá replicar aquilo que viu no filme. Logicamente que as pessoas são livres de apreciar ou não o trabalho da banda, e apoiar ou não o seu projecto, recorrendo aos critérios que entenderem. |
|  | | Váli Deus(a) do Sol (administração)

  N. de Mensagens: 1690 Idade: 23 Local: Lisboa Raça: Druida/Feiticeiro Elemento: Madeira Deus: Hermes (Engenho/Pensamento/Arte) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 11:10 am | |
| Oua Averrois conheces bandas com posição politica tens de me mostrar essas preciosidades . Mas é inegável que no mundo actual ganha quem for mais popular e as bandas mais alternativas ou estão muito bem organizadas com uma minoria muito solida ou então simplesmente passam despercebidas. Eu pessoalmente gosto de bandas que ligue a religião ás temáticas líricas seja qual for a religião e de preferência que defendam os valores tradicionais e conservadores (um dos motivos pelo qual gosto de folk o que não tem nada haver com os restantes participantes). Mas gostava de ter influencia suficiente para organizar um movimento ideologicamente meu  uma banda tipo dazkarieh ligeiramente com mais distorção e com tematicas tradicionais e religiosas, só nºao teria muitos seguidores |
|  | | Floresta Herói/Heroína mitológic@

  N. de Mensagens: 2418 Idade: 22 Local: Lisboa Raça: Gigante/Ciclope Elemento: Fogo/Trovão Deus: Cronos (Tempo/Ordem/Lei) Cor: Preto
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 11:37 am | |
| Sinceramente cago um bocado para ideologias políticas, a arte fala mais alto. Se estou a apoiar artistas com atitudes duvidosas? Sim, porque aprecio a sua arte e acredito que toda a gente tem direito a mandar bitaite. A censura de tais pessoas só nos torna como eles. E eu apoio tanta merda, duvido que me consigam meter um rótulo político por causa disso.
Vou criar uma banda de metal politico do CEPO. _________________ The vibrating echoes of nothingness, a song for the destruction of the self. Rebirth of the goddess, she who comes forth from the stars. The all-consuming light of destruction, the all-embracing darkness of life. Alpha and Omega, raining fire from the skies, burning the aether. Caress the abyss, for it's silence is your shadow, and it's noise, your soul.
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|  | | Ceinwyn Deus(a) da Lua (moderação)

 N. de Mensagens: 3334 Raça: Gárgula Elemento: Terra/Rocha Deus: Ares (Guerra/Heroísmo/Conquista) Cor: Cinzento
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 1:51 pm | |
| | Váli escreveu: | | Eu pessoalmente gosto de bandas que ligue a religião ás temáticas líricas seja qual for a religião e de preferência que defendam os valores tradicionais e conservadores (um dos motivos pelo qual gosto de folk o que não tem nada haver com os restantes participantes). |
Porque achas que a música folk transmite valores conservadores? _________________
Certe canzoni attraversano le mura con sacre ironie e parlano, senza parole, quell'unica lingua ch'è il suono.
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|  | | Averróis Deus(a) da Lua (moderação)

 N. de Mensagens: 3202 Idade: 813 Local: Córdoba
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 4:57 pm | |
| | Urânia escreveu: | Bolas @averróis tu só fazes perguntas dificeis! xD
Penso que as bandas podem defender o que quiserem, e por serem consideradas Arte podem até exagerar um bocadinho. xD Cabe aos ouvintes ter o bom senso de saber discernir a Arte do que é a realidade. Trata-se do mesmo que para quem vai ver um filme de terror, quando o filme termina, não irá replicar aquilo que viu no filme.
Logicamente que as pessoas são livres de apreciar ou não o trabalho da banda, e apoiar ou não o seu projecto, recorrendo aos critérios que entenderem. |
Claro que faço perguntas difíceis. Sei que são mas também é uma questão interessante de debater, pode dar uma boa discussão. Esta questão para algumas pessoas é uma fonte de uma grande dissonância cognitiva: Por um lado não querem deixar de ouvir, por outro não querem apoiar socialmente, noutros domínios, nada do que é advogado por tais bandas. Isso cria um dilema que só tem duas soluções: Ou se boicota, ou então fecha-se os olhos/ignora-se ao que está a ser promovido. A própria pessoa pode ser perfeitamente imune à propaganda mas, directa ou indirectamente, está a dar o seu apoio e a ajudar à promoção de uma banda que pode vir a afectar outras pessoas. E como tal a contribuir para a promoção dessas ideologias.
Eu também penso que as bandas podem defender o que quiserem. Esta pergunta que fiz é referente à posição pessoal de suporte ou boicote ao material que advogue ideologias com as quais a pessoa não concorda nem deseja promover na sociedade. Pessoalmente acho que é totalmente legítimo boicotar uma banda por não se querer apoiar/suportar a ideologia que ela está activamente a tentar promover na sociedade.
Referiste filmes de terror, mas repara que há uma diferença fundamental entre filmes de terror/bandas do estilo brutal death metal/goregrind e bandas que advogam ideologias políticas... É que os filmes de terror e as bandas de goregrind que lidam com tópicos de terror/gore/etc não estão a apelar às pessoas que vão à casa do vizinho e desmembrem quem lá estiver. Já as bandas com posições políticas activas estão realmente a promover algo que querem ver propagar-se e sair para além do palco artístico para ser difundido socialmente como posição política activa. E isso é bem mais do que uma questão puramente artística, é um incentivo ao quotidiano de cada um e não uma situação hipotética, uma ficção de carácter artístico. Propaganda política é muito diferente de um contexto puramente artístico, de ficção.
| Váli escreveu: | | Oua Averrois conheces bandas com posição politica tens de me mostrar essas preciosidades . |
Exemplos de bandas de esquerda/liberais: Dying Fetus, Cephalic Carnage, Napalm Death, Sepultura, Misery Index Exemplos de bandas de (extrema) direita: M8L8TH, Burzum, Graveland, Ad Hominem, Satanic Warmaster
(Referi maioritariamente bandas de National Socialist Black Metal, com auxílio do Last.fm... Já agora: Black Metal Nacional Socialista é um grande paradoxo a meu ver.)
| Floresta, Ex-Odal escreveu: | | Sinceramente cago um bocado para ideologias políticas, a arte fala mais alto. Se estou a apoiar artistas com atitudes duvidosas? Sim, porque aprecio a sua arte e acredito que toda a gente tem direito a mandar bitaite. A censura de tais pessoas só nos torna como eles. E eu apoio tanta merda, duvido que me consigam meter um rótulo político por causa disso. |
Não percebo essa lógica do "tornarmo-nos como eles". Será que eu por escolher boicotar a Zara (temporariamente ou permanentemente, não interessa) na sequência do que foi descoberto recentemente estou a ser como eles? O acto de boicote diz respeito apenas ao indivíduo e limita-se a uma simples rejeição de consumir/apoiar/promover/divulgar uma determinada empresa, banda, movimento social, iniciativa, etc... Em causa não está exigir que esse agente seja destruído, impedido de se pronunciar, ou destituído dos seus direitos! Em causa está somente a cessação do apoio da pessoa perante esse agente. Não é roubar o direito à liberdade de expressão, é dar uso ao acto de boicote para não apoiar aquilo com que não se concorda. E neste aspecto, pessoalmente acho que a arte não pode ser desculpa pois a ideologia política promovida por estas bandas não se fica pelo palco, como já disse, é algo que é transposto para a sociedade. A desculpa da arte é uma falsa questão a meu ver. Não se trata minimamente de ficção artística mas sim de uma apologia efectiva a uma ideologia política com a qual a pessoa não concorda nem deseja promover normalmente.
Além do mais acho que ao não nos importarmos com isso estaremos a dar espaço para que determinadas ideologias tomem gradualmente conta de um género ou de um subgénero de música. Da mesma forma que o neonazismo acabou por tomar conta e privar o movimento skinhead das suas verdadeiras origens e filosofias de vida e tomar conta dele. Essa é apenas mais uma das grandes razões pelas quais me levam a boicotar, não para censurar, mas para me desmarcar: eu não apoio isso e sou fiel aos meus valores tanto quanto possível, principalmente quando estou ciente do que se trata.
Para mim boicotar bandas é tão legítimo como boicotar empresas ou o que quer que seja pelas devidas razões. Acho que se toda a gente fosse mais proactiva neste aspecto e boicotasse quando efectivamente não concorda, se calhar evitava-se muitas merdas que acontecem por ninguém está a fim de se importar com isso. Martin Niemöller deu-nos um excelente alerta sobre os perigos da inactividade e ausência de reacção perante algo como isto.
Aproveito para fazer umas ressalvas e observações:
| Spoiler: | | | Nota #1: A meu ver não há problema em ouvir uma banda se um artista, que é membro dessa banda, for nocivo para a sociedade, excepto se ele promover isso com a sua música. Por exemplo uma pessoa pode gostar perfeitamente da música de Michael Jackson e só boicotar a música se ele começar a incitar activamente a violação de menores na sua música. Uma banda por ter um elemento duvidoso não fica automaticamente excluída. Depende mundo daquilo que a banda promove quer no palco quer fora dele, no seu conjunto.
Nota #2: Eu sei que algumas das bandas supostamente neonazis provavelmente nem sequer acreditam realmente naquilo que defendem e só se engajaram nesse tipo de estética política por questões de marketing, um gimmick com um público alvo específico, por exemplo adolescentes que acham que nazismo é muito fixe, da mesma forma que certas bandas só aparecem com tshirts do Che Guevara porque há adolescentes que ligam mais à imagem do que ao conteúdo e se for preciso pouco ou nada sabem sobre Che Guevara. Basicamente é mais um elemento de shock value, para atrair certo público que gosta dessa "rebeldia" ou "irreverência". Sei que muitos são chamados de posers por isso mesmo.
Nota #3: Quando falo do neonazismo considerem como uma variável que pode ser substituida por qualquer coisa com a qual não concordam nem desejam apoiar, por exemplo comunismo, anarquismo, liberalismo social, furor religioso, fundamentalismo, misoginia, homofobia, paternalismo, capitalismo, hedonismo, materialismo etc...
Nota #4: Acho irónico que algumas pessoas digam boicotar certos artistas apenas por alegadamente serem "demasiado materialistas" (por exemplo 50cent), mas depois consintam na boa bandas que promovem algo com implicações bem mais contrárias socialmente ao que a pessoa defende, como o neonazismo. Não é uma situação caricata?
Nota #5: Poderá argumentar-se que filmes de terror ou bandas que lidem com tópicos de violência/brutalidade poderão estar a influenciar algumas pessoas e a fazer com que elas se tornem mais violentas, principalmente jovens menores de idade, supostamente mais sensíveis a tais conteúdos. Mas aí partimos para um outro tópico que até acho que seria bom de criar e debater: "Será que jogos de computador, filmes e música violenta influenciam as pessoas para serem mais violentas no seu quotidiano?". Eu diria que à partida não está ao nível da propaganda política, pois a propaganda política é criada estritamente com o objectivo de incentivar à adesão das pessoas a uma ideologia. Já temáticas como horror estão devidamente identificadas como arte, ficção e não pretendem de forma nenhuma fazer um incentivo à transposição do que está no ecrã para algo que se vai fazer no quotidiano. Era essa a principal diferença que queria sublinhar.
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|  | | Floresta Herói/Heroína mitológic@

  N. de Mensagens: 2418 Idade: 22 Local: Lisboa Raça: Gigante/Ciclope Elemento: Fogo/Trovão Deus: Cronos (Tempo/Ordem/Lei) Cor: Preto
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 9:37 pm | |
| Averróis, aprende um pouco comigo: boicotar é diferente de censurar. Boicotar é tu não ouvires, não comprares e fazeres, possivelmente, propaganda negativa à banda/marca/wtvr. Censurar é tomares acções para impedir a dita banda/marca/wtvr de fazer o que quer que seja. Os casos mais óbvios são os das bandas de folk metal de leste que estão fartas de levar com antifas nos seus concertos que querem que elas não toquem e usam meios violentos para esse fim. Isto não é boicote, é censura, e a meu ver, um acto desprezível. _________________ The vibrating echoes of nothingness, a song for the destruction of the self. Rebirth of the goddess, she who comes forth from the stars. The all-consuming light of destruction, the all-embracing darkness of life. Alpha and Omega, raining fire from the skies, burning the aether. Caress the abyss, for it's silence is your shadow, and it's noise, your soul.
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|  | | Signatus Deus(a) da Lua (moderação)

  N. de Mensagens: 2557 Idade: 23 Local: Ofiussa Raça: Troll Elemento: Madeira Deus: Deméter (Terra/Natureza/Estações) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qua Set 14, 2011 11:49 pm | |
| A unica vez que decidi que ia deixar de ouvir um determinadas músicas por causa de razões semelhantes foi este FDP.  Pedófilo merdoso, quem o mandou fazer música tão boa Agora em relação a questões politicas faço minhas as palavras do Floresta _________________  _______________________________  _______________________________  "Love Life, Respect Nature, Live with Honor and be Free. " "Quisque est Barbarus Alio" |
|  | | Ceinwyn Deus(a) da Lua (moderação)

 N. de Mensagens: 3334 Raça: Gárgula Elemento: Terra/Rocha Deus: Ares (Guerra/Heroísmo/Conquista) Cor: Cinzento
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 1:54 am | |
| Se a promoção de ideias das quais discordo estiver presente na música, não ouço. Nem é por boicote consciente, mas porque isso é um major turn-off artisticamente. Já músicos com posições das quais discordo mas que não as incluem na sua arte não tenho problemas em ouvir (Burzum é o exemplo óbvio, não me lembro de referências a extrema direita ou seja o que for na sua música). _________________
Certe canzoni attraversano le mura con sacre ironie e parlano, senza parole, quell'unica lingua ch'è il suono.
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|  | | Nuno Mestre

  N. de Mensagens: 552 Idade: 19 Local: Bracara Augusta Raça: Druida/Feiticeiro Elemento: Ar Deus: Hermes (Engenho/Pensamento/Arte) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 2:40 am | |
| | Ceinwyn escreveu: | Se a promoção de ideias das quais discordo estiver presente na música, não ouço. Nem é por boicote consciente, mas porque isso é um major turn-off artisticamente. Já músicos com posições das quais discordo mas que não as incluem na sua arte não tenho problemas em ouvir (Burzum é o exemplo óbvio, não me lembro de referências a extrema direita ou seja o que for na sua música). |
É a minha posição, também.
Se uma banda for New Age (o exemplo do nazismo está muito batido ) e os membros da banda andarem por aí a defender coisas como as vacinas serem a principal causa de morte entre as crianças e que os ET's vêm buscar os escolhidos em 2012, por mim tudo bem, desde que essas ideias não estejam expressas nas suas músicas.
Mas uma coisa é certa, mesmo que esses ideias não estejam implícitos ou explíticos nas letras das suas músicas, se calhar vou ficar um bocadinho de pé atrás com a banda. Mas depende, claro, da "gravidade" dos ideais que defendem e da frequência ou insistência com que o fazem. |
|  | | Urânia Rei/Rainha

  N. de Mensagens: 1104 Idade: 25 Raça: Elfo Elemento: Ar Deus: Urano (Céu/Elevação/Perfeição) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 2:42 am | |
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|  | | Urânia Rei/Rainha

  N. de Mensagens: 1104 Idade: 25 Raça: Elfo Elemento: Ar Deus: Urano (Céu/Elevação/Perfeição) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 2:43 am | |
| | Nuno escreveu: | | Ceinwyn escreveu: | Se a promoção de ideias das quais discordo estiver presente na música, não ouço. Nem é por boicote consciente, mas porque isso é um major turn-off artisticamente. Já músicos com posições das quais discordo mas que não as incluem na sua arte não tenho problemas em ouvir (Burzum é o exemplo óbvio, não me lembro de referências a extrema direita ou seja o que for na sua música). |
É a minha posição, também. (...) Mas depende, claro, da "gravidade" dos ideais que defendem e da frequência ou insistência com que o fazem. |
Exacto. Concordo com a @ceinwyn e com o @nuno.  |
|  | | Signatus Deus(a) da Lua (moderação)

  N. de Mensagens: 2557 Idade: 23 Local: Ofiussa Raça: Troll Elemento: Madeira Deus: Deméter (Terra/Natureza/Estações) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 2:46 am | |
| | Citação: | Músico alemão, actualmente com 59 anos, cujos nomes artísticos mais conhecidos são Oliver Serano-Alve e Oliver Shanti, Ulrich Schulz viveu durante duas décadas numa quinta em Vila Nova de Cerveira, sendo o seu paradeiro desconhecido desde 2002, relata a Lusa.
Desde 2003 tinha pendente um mandado de detenção europeu, emitido pelas autoridades alemãs, por suspeita da prática, no seu país de origem, de, pelo menos, 116 crimes de pedofilia.
As autoridades alemãs destacam a sua "elevada perigosidade", já que cinco dos seus alegados abusos sexuais de menores terão envolvido um elevado grau de violência.
Os alegados crimes terão ocorrido no âmbito da seita que o próprio fundou na década de 80, na Baviera, e que poderá ter dado cobertura a mais mil abusos sexuais de menores.
|
http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/10496
Foi um choque para mim quando descobri, de new age era o que eu mais ouvia.... _________________  _______________________________  _______________________________  "Love Life, Respect Nature, Live with Honor and be Free. " "Quisque est Barbarus Alio" |
|  | | Urânia Rei/Rainha

  N. de Mensagens: 1104 Idade: 25 Raça: Elfo Elemento: Ar Deus: Urano (Céu/Elevação/Perfeição) Cor: Verde
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 2:52 am | |
| | Signatus escreveu: | | Citação: | Músico alemão, actualmente com 59 anos, cujos nomes artísticos mais conhecidos são Oliver Serano-Alve e Oliver Shanti, Ulrich Schulz viveu durante duas décadas numa quinta em Vila Nova de Cerveira, sendo o seu paradeiro desconhecido desde 2002, relata a Lusa.
Desde 2003 tinha pendente um mandado de detenção europeu, emitido pelas autoridades alemãs, por suspeita da prática, no seu país de origem, de, pelo menos, 116 crimes de pedofilia.
As autoridades alemãs destacam a sua "elevada perigosidade", já que cinco dos seus alegados abusos sexuais de menores terão envolvido um elevado grau de violência.
Os alegados crimes terão ocorrido no âmbito da seita que o próprio fundou na década de 80, na Baviera, e que poderá ter dado cobertura a mais mil abusos sexuais de menores.
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http://quiosque.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/10496
Foi um choque para mim quando descobri, de new age era o que eu mais ouvia.... |
Yah, eu também. Era uma das coisas que mais ouvia. Mas não sabia dessa história. |
|  | | Tulcakelumë Cavaleiro/Dama

  N. de Mensagens: 159 Idade: 21 Local: Évora Raça: Povo das Arvores Elemento: Terra/Rocha Deus: Deméter (Terra/Natureza/Estações)
 | Assunto: Re: Filiação política/social da música que ouvimos. Qui Set 15, 2011 5:14 am | |
| Eu costumo dar mais importância à música, deixando a letra para segundo plano (em parte devido à diversidade de línguas das bandas/artistas que ouço), mas não deixo de ouvir banda x ou artista y por este expressar nas suas letras ideais político-sociais que até posso nem estar de acordo. O mais importante para mim (e sempre foi no meu percurso musical) é a experiência sonora, seja através das notas dos instrumentos ou da entoação da voz, remetendo as letras para segundo plano. Dou o exemplo de uma banda do chamado "National Socialist Black Metal" (seja lá isso o que for), Temnozor. Aprecio bastante a parte musical dessa banda, mesmo cantando eles em russo sei quais os ideais que prezam e que transmitem na sua música. Não os vou deixar de ouvir por essa razão, e no aspecto lírico há também que ter senso daquilo que transmitem e se te deixas influenciar por isso ou se concrodas e segues esses ideais. |
|  | | | | Filiação política/social da música que ouvimos. | |
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