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 Sentido da vida

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Wanderer
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Abr 10, 2009 9:45 am

Não te preocupes com o erro, não foi nada de especial, nem que não tenha já acontecido antes.

RedHead escreveu:
E sim, é realmente complicado discutir estas coisas... Mas eu até achei a discussão bastante interessante. Tens um ponto de vista diferente do meu e foi bom conhecê-lo. Além disso, ninguém partiu para ofensas, e a conversa desenrolou-se de forma cordial e adulta (coisa que há muito tempo não conseguia num fórum).

Eu também achei a discussão interessante. As discussões sobre assuntos complicados valem sempre mais a pena do que aquelas sobre banalidades. É sempre bom haverem pontos de vistas diferentes, se não, não teríamos matéria para discutir, limitaríamo-nos a dizer algo como "não vale a pena continuares porque já sei o que vais dizer".
Quanto à ausência de ofensas, é mesmo assim que uma discussão tem de ser feita, de outra forma nem se quer penso que se possa chamar uma discussão... (mais uma vez a semântica das palavras em jogo Razz )

RedHead escreveu:
Foi um prazer, Wanderer.
Também foi um prazer para mim esta troca de ideias, no entanto não vale a pena dizeres esta frase em tom de despedida, pois vais ver que ainda nos encontraremos noutra discussão filosófica aqui no fórum. Wink
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Spectrum
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Abr 10, 2009 11:07 pm

Creio que, no que diz respeito ao tema "Sentido da Vida", já foi dito muita coisa desde "o comer pipocas" à caracterização de felicidade. O que falta mencionar, a meu ver, são os conceitos que estão adjecentes a este tema que são: "Sentido da Morte", "Qualidade de Vida" e "Qualidade de Morte". Podia também, abordar alguns conceitos niilistas, mas o melhor será não meter a filosofia naquilo que vou dizer. Relativamente ao "sentido de morte" este está estremamente vinculado ao conceito de "sentido da vida". A morte também é digna de ser vivenciada isto porque, a condição de todo o ser que vive é a de um dia poder vir a morrer. No que toca ao "sentido de vida" em si, cito Victor Frankl, um dos psicologos que marcou esta ciencia, "O Homem não padece pelo sofrimento, mas sim por um sofrimento sem significado". Isto é o sentido da nossa vida reside na significação e na atribuição de signos à realidade perceptivel. Por si só a felicidade, como argumentaram, nao é condição vital para a criação de um sentido para a vida.

"Life has meaning under all circumstances, even the most miserable", Frankl.

A felicidade é uma emoção secundária/social, derivada da emotividade resultante das interacções sociais. Como qualquer outra emoção pode manifestar-se ou não consoante determinadas situações específicas pelo que, não acho relevante estar a discutir qual o grau de intencidade da felicidade que pode conduzir a um melhor sentido de existencia. Como disse, a felicidade é um dos factores que proporcionam um sentido para a existência, não "o" factor; a felicidade pode estar presente ou não na criação do "sentido de vida". Quanto à qualidade de vida, trata-se de uma avaliação que o indivíduo realiza referente à sua própria vida, ou seja, em termos de saúde física e funcionamento geral, bem estar psicológico e emocional. Trata-se, portanto, de uma avaliação subjectiva da felicidade, satisfação e bem‐estar alcançados, embora condicionada por indicadores do foro biológico, comportamental e social. Saliento o carácter subjectivo desta avaliação.
Como disse o célebre Ramon Sampedro, "A vida tem que ter um sentido. E tem sentido enquanto esperamos algo."
No caso das vitimas do Holocausto que, sobreviveram nos campos de concentração onde estavam sujeitas às condições mais deploráveis da altura, onde é que foram buscar o seu "sentido para a vida"? De certo que não foi à "felicidade" do momento.
Termino com uma citação de Victor Frankl, "O significado da vida pode, literalmente, descobrir-se até ao ultimo momento, até à ultima respiração, inclusivamente quando se confronta a morte”.

Bem haja.
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Atégina
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Ter Jun 09, 2009 10:58 pm

"A morte também é digna de ser vivenciada isto porque, a condição de todo o ser que vive é a de um dia poder vir a morrer."
Pegando no comentário do Spectrum vou colocar o sentido da vida de outro ponto de vista. Acredito que vivemos para morrer, acredito que na morte está o objectivo da vida e acredito que é aqui que se espelhará tudo aquilo que vivi. A vida é um circuito de aprendizagem e conhecimento, e as pessoas com quem nos cruzamos ao longo do percurso são as que nos ajudam a caminhá-la (amigos, companheiros, familia, etc) e a experenciá-la. À medida que percorremos a nossa vida tudo ganha uma nova dimensão, o que acaba por se reflectir em nós, e o que nos faz feliz hoje poderá não causar felicidade amanhã. Portanto não é legitimo dizer q isto faz-me feliz, ou tentar definir a palavra "felicidade", porque como já foi dito a felicidade é sentida intuitivamente.
Para mim a vida fará sentido quando no final olhar para trás e sentir-me feliz.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qua Jun 10, 2009 10:04 am

Atégina escreveu:
"A morte também é digna de ser vivenciada isto porque, a condição de todo o ser que vive é a de um dia poder vir a morrer."
Pegando no comentário do Spectrum vou colocar o sentido da vida de outro ponto de vista. Acredito que vivemos para morrer, acredito que na morte está o objectivo da vida e acredito que é aqui que se espelhará tudo aquilo que vivi. A vida é um circuito de aprendizagem e conhecimento, e as pessoas com quem nos cruzamos ao longo do percurso são as que nos ajudam a caminhá-la (amigos, companheiros, familia, etc) e a experenciá-la. À medida que percorremos a nossa vida tudo ganha uma nova dimensão, o que acaba por se reflectir em nós, e o que nos faz feliz hoje poderá não causar felicidade amanhã. Portanto não é legitimo dizer q isto faz-me feliz, ou tentar definir a palavra "felicidade", porque como já foi dito a felicidade é sentida intuitivamente.
Para mim a vida fará sentido quando no final olhar para trás e sentir-me feliz.
Tendo a concordar com esta definição possivel de felicidade. Sendo eu atéu e um pouco nihilista nao acredito na vida para além da morte. Acho que a unica forma de sermos por assim dizer, imortais será eventualmente marcarmos alguem ou marcarmos o mundo e muito pouca gente consegue fazer isso verdadeiramente. Para mim felicidade está no sentido de realização em geral, seja realizaçao emocional, física, psicológica . A vida não tem que ter sentido e não tem. Somos apenas animais com o dom da racionalidade, e se temos o dom da racionalidade podemos ter a oportunidade de dar uma definição concreta à nossa vida e ao nosso sentido. Acho que so a nós é que nos compete determinar o sentido da nossa vida. Seja cuidar das pessoas, lutar pelas artes e pela musica etc . Até acho que a vida tem varios sentidos dependendo da altura da nossa vida que passamos. Para mim por exemplo, neste momento o mais importante é estudar para os exames pale , e num futuro mais longinquo será o sempre indeterminável "ser feliz". Mas o que é ser feliz? Bem, acho que na altura a pessoa sabe que o é (se bem que poucos chegamos a vivenciar isto durante periodos de tempo longos)
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Jun 12, 2009 4:34 pm

Bem, aqui vai a minha estreia neste forum, agarrem-se bem que vai doer Very Happy

Já fui mais filósofo do que sou agora... Também eu já me debati muitas vezes com essas questões... Por quê continuar a viver? Qual é o sentido da minha vida? Será que mereço o ar que respiro? E muitas vezes respondi a essas perguntas, muitas vezes com conclusões ambiguas ou até perigosas... Actualmente tais perguntas não fazem sentido para mim. Será que uma árvore, um lobo ou uma bactéria fazem esse tipo de perguntas a si próprios? Perguntar-se-á um lobo se é merecedor da vida da presa quando se lança á sua garganta? Provavelmente não, limita-se a fazer o que a sua natureza lhe ordena para sobreviver. É claro que é caracteristica dos auto proclamados humanos e não dos lobos a reflecção. Somos ao mesmo tempo abençoados e amaldiçoados com o pensamento racional e filosofico e portanto é natural que procuremos respostas complexas para o que é simples. Sim, porque é simples. Vivemos porque os nossos pais andaram a fazer "certas coisas" e entre milhões de derrotados houve um vencedor que somos nós. Continuamos a viver porque os nossos genes não querem ficar para a história e ordenam aos nossos instintos que choremos quando queremos leite, que fujamos quando temos medo ou que vamos atrás das raparigas/rapazes quando chega a idade. Agora como o fazemos e que sentido dar a esta coisa unica que é a nossa vida é connosco. Eu já arranjei um sentido para a minha: Fazer qualquer coisa para deixar este mundo um bocado melhor do que se me render ao comodismo. E como já á algum tempo o mundo deixou de ser um lugar cinzento para mim e abri os olhos á beleza que me rodeia não preciso de mais resposta nenhuma nem de religiões que me indiquem como viver. Vivo para sentir o toque do vento e apreciar o voo das aves, vivo para poder continuar a ouvir este album dos The Moon and The Nightspirit ou para ir no verão ao Ermal ou ao Caos Emergente. Vivo por que não gosto do caminho que as sociedades humanas estão a levar e quero fazer alguma coisa para o melhorar, por mais infima que seja. Vivo por que aqueles que gostam de mim iam sentir a minha falta se eu partisse quer eu saiba ou não. E não preciso de mais nenhuma resposta neste campo, pelo menos por agora. Agora tenho é o que reflectir sobre o que fazer com a minha vida e como aproveitar o tempo que me foi dado.
Agora convosco já pode ser diferente, e é vosso o direito e o dever de reflectirem o sentido da vossa vida, portanto desejo-vos boa sorte.


Perdoem-me a intromissão repentina e por interromper uma saudavel discução filosofica com uma linha de pensamento mais materialista Razz
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Atégina
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Jun 12, 2009 7:21 pm

Nada materialista Signatus, antes pelo contrário. Acho que temos melhores experiências qd não nos perguntamos "porquê", e vale a pena viver o dia-a-dia sem pensar muito no porquê disto ou daquilo, tudo torna-se mais intuitivo e interessante Very Happy
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Jun 12, 2009 9:44 pm

Agora é que reparei que não tinha lido o tópico todo, só li a 1a página e por alto, vou corrigir o meu erro de modo a enquadrar melhor a minha linha de argumentos. Concordo com o que disseste Atégina, excepto no "nada materialista". Sou materialista, não no sentido de dar importância aos bens materiais, antes pelo contrário mas no sentido de que admito que tudo é constituido por matéria e é com a matéria que eu aprendo. Consigo tirar conclusões sobre politica ou filosofia observando o funcionamento duma simples célula. Embora me considere uma espécie de pseudo-filósofo sigo a linha de pensamente materialista-dialética (sem conotações politicas) com as minhas proprias adaptações. Mas tenho é que ler o resto do tópico, espero que a minha intervenção não tenha sido desprositada =S
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sex Jun 12, 2009 10:54 pm

Dificilmente poderia concordar mais contigo, Signatus. E não foste nada despropositado - algumas destas discussões já deram muitas voltas, mas a tua intervenção faz todo o sentido.

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Sab Jun 13, 2009 3:07 am

Acho que a pergunta está mal formulada. "A" vida, é uma abordagem abstracta e generalizada. Quando, na verdade, é aquilo que de mais pessoal temos, é aquilo que, em última instancia, é impossível de delegar em alguém. Podemos partilhar a vida, em pequena e até em grande medida, mas no fundo, ela é só nossa. Alguém escreveu que a morte é um acto solitário. A vida também acaba por ser. Ou seja, qual é o sentido das vidas? Cada um terá a sua resposta. Cada um sente da sua própria maneira a fugidia criatura chamada felicidade. E esse, claro, é o denonimador comum à questao colectiva. Sentido da vida = sermos felizes, claro. Felicidade? conceito mais relativo e unipessoal da existencia humana.

No meu caso pessoal? A minha fender stratocaster e amplificador, um teclado, uma casa bem apetrechada no meio do monte e dos bosques, e uma miúda que me ature. Ou melhor, que passe lá duas vezes por semana, nao é preciso mais, que também prezo a minha solidao! Dois bons amigos, (duas vezes por semana também!), bons discos, bons livros, e boa comida e bebida.

Mas lá está, se forem perguntar a outra pessoa, provavelmente a resposta será: Portugal Campeao Mundial de Futebol!


E noutro país: Um prato de comida!

E noutro ainda: Medicamentos.

É tao relativo. . .
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Marçal
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MensagemAssunto: Verdadeira Resposta FELICIDADE   Seg Ago 02, 2010 1:13 am

Passei muito tempo pensando nisso, emocionalmente ou racionalmente, e descobri que o sentido da vida é ser feliz independente do que nos faz feliz Ex: se o que nos faz feliz é suicidar quando suicidamos somos felizes e completo e a vida tem sentido
Ou se o que nos faz feliz é amar uma pessoa quando a amamos estamos felizes e é isso que faz a vida ter sentido.
Cada pessoa é feliz da sua maneira e quando a sua felicidade é alcançada a sua vida se torna completa e você acha o sentido de sua vida.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Seg Ago 02, 2010 9:44 am

Citação :
Passei muito tempo pensando nisso, emocionalmente ou racionalmente, e descobri que o sentido da vida é ser feliz independente do que nos faz feliz Ex: se o que nos faz feliz é suicidar quando suicidamos somos felizes e completo e a vida tem sentido
Ou se o que nos faz feliz é amar uma pessoa quando a amamos estamos felizes e é isso que faz a vida ter sentido.
Cada pessoa é feliz da sua maneira e quando a sua felicidade é alcançada a sua vida se torna completa e você acha o sentido de sua vida.
Exactamente, cada um de nós deve procurar na sua felicidade o sentido para a sua vida. No entanto também se deve preocupar com a felicidade dos que contribuiram para a sua (familia, amigos) daí que o suicidio seja(na maior parte dos casos) uma opção cobarde, egoista e a evitar.
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Averróis
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Seg Ago 02, 2010 11:39 am

Para mim o sentido da vida é também a felicidade. Sou apreciador do Eudemonismo. Very Happy
Mais uma vez Aristóteles é uma boa leitura sobre este assunto. Razz
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/etica-a-eudemo/9789728799373/

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Fenris
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Ago 12, 2010 2:34 am

Pois... Para mim a felicidade é uma descarga de endorfina nos seus receptores do snc. Comer chocolate e fazer exercício são duas coisas que promovem a libertação de endorfinas, por isso é que são "viciantes" para algumas pessoas. Portanto, muitas endorfinas aos pulos, muita felicidade, poucas endorfinas, pouca felicidade.




Sim eu sou uma besta, eu sei.
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Averróis
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Ago 12, 2010 3:10 am

Fenris escreveu:
Pois... Para mim a felicidade é uma descarga de endorfina nos seus receptores do snc. Comer chocolate e fazer exercício são duas coisas que promovem a libertação de endorfinas, por isso é que são "viciantes" para algumas pessoas. Portanto, muitas endorfinas aos pulos, muita felicidade, poucas endorfinas, pouca felicidade.

Sim eu sou uma besta, eu sei.

Felicidade pode ser isso, de um ponto de vista reducionista. E essa definição também serviria para o hedonismo, se calhar de uma forma ainda mais acentuada.
Só que há um problema... Ter prazer por vezes pode nem estar relacionado com a felicidade, apesar de tudo, se tivermos em conta que há até quem afirme ter prazer em afundar-se a pique na sua tristeza, numa autodestruição psicológica lenta, derrotista, ao mergulhar em pensamentos misantrópicos e por aí fora... Já para não falar no prazer que certas pessoas afirmam ter na auto-mutilação (e não me refiro necessariamente a fetiches sadomasoquistas, BSDM). É estranho mas pelos vistos há quem obtenha prazer na tristeza e na dor.

Como explicar isso do ponto de vista biológico? Não será a libertação de endofirnas apenas parte do processo da felicidade e do prazer, sendo portanto um simples subproduto desses dois estados de espírito? Talvez seja um processo bem mais complexo que isso. Fica a questão no ar.

Mais: Será que a ausência de tristeza nos leva automaticamente a um estado de felicidade? (sendo uma questão bilateral) Ou será que há um estado intermédio? (sendo uma questão trilateral)

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Fenris
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Ago 12, 2010 3:28 am

Precisamente da mesma maneira: certos comportamentos podem desencadear uma resposta hormonal diferente em pessoas diferentes. E repara numa coisa, depressão e tristeza são coisas diferentes, uma pessoa pode estar triste e ser feliz assim, tal como disseste. Ok aceito, mas uma pessoa deprimida não pode ser feliz, essa é impossível. Eu conheço gente que só se sente bem estando completamente miserável, e quando estão "bem" segundo standards sociais aceites como normais, fazem de tudo para inverter novamente a situação. Como é que eu explico isto? A sensação de tristeza em certas pessoas pode produzir uma certa sensação de segurança, esta segurança pode desencadear a libertação de endorfinas. Do ponto de vista bioquímico explicas sempre tudo da mesma maneira (por norma), mas as variantes que podem desencadear os mecanismos prendem-se a 3 campos fundamentais: factores ambientais, orgânicos ou pessoais. Portanto, apesar de o mecanismo ser explicável e ser sempre o(s) mesmo(s) para uma determinada função, a maneira de o activar é que já pode resultar de vários factores distintos, e/ou da ponderação entre eles.

Edit

Esqueci-me de te responder a uma coisa.
Tendo em conta o que te disse, a ausência de tristeza não pressupõe obrigatoriamente um estado de felicidade. E se pensares nisto como uma escala contínua, sim são possíveis todos os estados intermédios existentes entre felicidade e tristeza (sendo que para mim o oposto de felicidade na escala é depressão). Do meu ponto de vista, nem nunca é possível atingir completamente um ou outro. Até porque são processos interdependentes.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Ago 12, 2010 4:13 am

Fenris escreveu:
Precisamente da mesma maneira: certos comportamentos podem desencadear uma resposta hormonal diferente em pessoas diferentes. E repara numa coisa, depressão e tristeza são coisas diferentes, uma pessoa pode estar triste e ser feliz assim, tal como disseste.

Não seria estar triste e feliz ao mesmo tempo um paradoxo? Ou será que se prende com a subjectividade do conceito de felicidade e de tristeza? Serão esses conceitos temporariamente mutáveis a nível pessoal, dependendo dos estados emocionais?

Fenris escreveu:
Ok aceito, mas uma pessoa deprimida não pode ser feliz, essa é impossível. Eu conheço gente que só se sente bem estando completamente miserável, e quando estão "bem" segundo standards sociais aceites como normais, fazem de tudo para inverter novamente a situação. Como é que eu explico isto? A sensação de tristeza em certas pessoas pode produzir uma certa sensação de segurança, esta segurança pode desencadear a libertação de endorfinas. Do ponto de vista bioquímico explicas sempre tudo da mesma maneira (por norma), mas as variantes que podem desencadear os mecanismos prendem-se a 3 campos fundamentais: factores ambientais, orgânicos ou pessoais. Portanto, apesar de o mecanismo ser explicável e ser sempre o(s) mesmo(s) para uma determinada função, a maneira de o activar é que já pode resultar de vários factores distintos, e/ou da ponderação entre eles.

E não será a libertação de endorfinas apenas parte da componente sintomática do mecanismo emocional (bem mais complexo que isso), sendo responsável apenas por nos transmitir informações relativamente aos diferentes estados emocionais? (neste caso o prazer, o bem-estar, a adrenalina, etc). Essa libertação de endorfinas pode ser vista como um sistema de recompensa, que é activado sempre que as nossas acções ou acontecimentos produzem um efeito assimilado como sendo benéfico. Impelem-nos a praticar mais um determinado acto, ou a buscar mais vezes um determinado input sensorial.
O sistema límbico é complexo e existem tantas facetas responsáveis pela consciencialização do ser vivo quanto às suas emoções... Que na minha opinião seria demasiado simplista olhar apenas para os efeitos secundários de um determinado estado de espírito/emoção.

Digo isto porque o nível ético, as experiências memorizadas pela pessoa ou animal podem ter influência nessa gestão emocional. O que pressupõe um sistema de triagem comportamental menos linear do que pode parecer à primeira vista, altamente dependente do discernimento do indivíduo (entre outras coisas). Exemplo: Ter prazer em violar a privacidade de outra pessoa. Esse prazer poderá vir a ser eliminado com a aquisição de princípios éticos/morais ou após experiências desconfortáveis (ser apanhado em flagrante, sentir-se envergonhado com os seus actos, por exemplo). O que poderá levar a que o indivíduo deixe de sentir prazer em tais aventuras, e passe a sentir aversão.
Alem disso os estados emocionais são tão variados... Todos eles têm diferentes repercussões e expressam-se através de sensações diferentes (o que nos possibilita a distinção entre cada uma das emoções). É talvez uma forma auxiliar de manter o corpo e a mente em sintonia.


Fenris escreveu:
Esqueci-me de te responder a uma coisa.
Tendo em conta o que te disse, a ausência de tristeza não pressupõe obrigatoriamente um estado de felicidade. E se pensares nisto como uma escala contínua, sim são possíveis todos os estados intermédios existentes entre felicidade e tristeza (sendo que para mim o oposto de felicidade na escala é depressão). Do meu ponto de vista, nem nunca é possível atingir completamente um ou outro. Até porque são processos interdependentes.

Sim, como em todos os contrastes, ambos os lados são sempre dependentes um do outro. Da mesma forma que não há calor sem frio, não há felicidade sem tristeza. É comparando a inclinação que temos na altura entre os dois polos que achamos o nosso estado. E sim, de certa forma é um estado gradual.

O que eu estava a colocar em questão é: Se não é possível atingir completamente um ou outro, será que é possível atingir o estado perfeitamente intermédio? Como é esse estado intermédio? É um estado sem nenhuma expressão emocional (no que toca a tristeza/felicidade) ou é, pelo contrário, um estado onde ambas as emoções se combinam?

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Fenris
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Ago 12, 2010 9:21 am

Acabei de acordar e ainda não estou capaz de raciocinar suficientemente bem para responder em condições.

Mas em relação à última parte, sim é possível atingir um estado perfeitamente intermédio. Ou seja, um estado de total apatia, mas não de maneira natural. Já foram feitas experiências com cocktails de antagonistas precisamente para esse efeito. E certas doenças também deixam o indivíduo precisamente nesse estado intermédio, incapaz de exprimir emoções, incapaz de sentir o que quer que seja.
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Naamah
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:14 pm

Bem a questão do sentido da vida atinge-me forte e feio em certos momentos de iluminação (ou de falta dela <--bolas digo sempre isto). No entanto não acho que tenha capacidade mental nem maturidade suficientes para chegar pelo menos a uma opinião mais ou menos bem estruturada, apenas gosto de me enrolar em mim mesma e pensar no assunto durante intervalos de tempo mais ou menos alargados, mas nunca chego a consenso comigo mesma.
Já vi muitos pontos de vista e discussões interessantes neste tópico, e consigo concordar com partes.
Vá chega de palha, siga para o que interessa(mais palha):

De todos identifico-me mais com as palavras do Signatus, se não tivesse visto o post dele era mais ou menos o que eu iria escrever mais algumas coisas. A maior parte das vezes digo a mim mesma que provavelmente não existe um sentido da vida, que é só uma questão que os filósofos arranjaram para quando não têm mais nada em que pensar. Porque é que tem de haver um sentido? E de que natureza é a resposta que procuramos? Será que sendo conhecido o sentido seria mais fácil viver? E se a resposta for tão desconcertante e catastrófica que provoque o caos e o desespero totais na Humanidade? Pode ser um conhecimento tremendamente obscuro, que faça enlouquecer qualquer humano na sua posse. Ou pode ser exactamente o oposto. Esse também é um dos problemas, é que não conhecemos a natureza da resposta, quem sabe se é perigoso?

Por vezes também penso que se o sentido da vida realmente existe deve ser algo demasiado complexo para a mente humana, tal como a vida em si é de uma complexidade infinita, nos como seres de capacidades e duração finitos não podemos ser capazes de abarcar um conhecimento tão abrangente numa mente tão limitada. Isto pensando num conceito de vida que abarque não só toda a Humanidade como tudo resto. Quando chego a isto já nem sei muito bem o que estou a dizer, perdoem se estiver pouco claro ou for uma estupidez total.

Outra ideia que por vezes também me assalta é que a descoberta da resposta à questão seria facilitada se se descobrisse a verdadeira origem de tudo o que existe. Aceito a teoria do Big Bang, mas por comodismo, não me satisfaz de todo. E antes disso? Qual a origem dessa matéria acumulada num pontinho ínfimo a altas pressões? E ainda antes disso? Sinto que poderíamos recuar infinitamente e não encontrar o raio da origem. As vezes parece que estou numa espécie de dimensão virtual, como se nada disto que me rodeia, o universo e tudo o resto fosse real e eu estivesse no centro de uma alucinação qualquer, mas isso traz ainda maiores e mais problemáticas questões e é um bocado off-topic (já estou a divagar). Mas pronto. O que eu queria dizer com isto tudo é que só é possível determinar um sentido conhecendo o significado de algo ou tendo dois pontos de referência para esse sentido: o princípio e o fim. Portanto se conhecêssemos o início saberíamos de onde vínhamos e já só (SÓ?!) faltava descobrir para onde vamos (Inexistência? Não sei.). Mas pelo que sei, não temos nem uma coisa nem outra. E se viemos do nada e vamos para o nada, será o sentido esse mesmo nada, não pode, eu sei que existo, não me perguntem como, mas sei! Ou será que não houve origem? Se existe uma eternidade a frente (mesmo sem o universo como o conhecemos) se calhar também existe uma eternidade para trás! Podemos ainda simplificar e considerar apenas a origem e fim de uma vida humana (concepção e morte), facilita mas ainda assim continua a ser uma questão por responder e acho que é preciso compreender o todo para compreender uma parte e vice-versa (esta agora saiu me ao lado).

Se eu fosse religiosa, ou tivesse provas concretas da existência de uma entidade mística superior, se calhar teria uma boa e satisfatória resposta a isto. Saberia as minhas origens, o caminho a seguir durante a minha existência terrena, o que iria encontrar na minha existência não terrena e que não haveria um fim, mas sim uma eternidade. Mas mesmo assim: Imaginem agora (sem qualquer intenção de afrontar os crentes, respeito-os portanto espero que também me respeitem) que Deus realmente, sem qualquer tipo de dúvida, existe, se existe Ele próprio terá uma origem, não? Corrijam-me se estiver enganada, passo tanto tempo a vaguear pelas minhas ideias que me esqueço de consultar fontes exteriores. Não sei, só não consigo compreender a existência de uma entidade omnipotente e omnipresente. Mas como também não compreendo uma carrada de outras coisas e tenho a mania de complicar é melhor não mexer muito nisso.

Com tanta coisa já estou meia perdida lol! sou um caos.

Portanto acho que é melhor reduzir-me as minhas poucas e tremidas certezas.
Sei que o tempo que tenho aqui é limitado, que cada segundo que desperdiço não pode ser recuperado.
Sei que desde o momento em que fui concebida tenho estado a mudar e a evoluir, a crescer e a aperfeiçoar-me (desprezando os retrocessos nesse aperfeiçoamento) num constante processo de aprendizagem. E tal como todo o ser que cresce e evolui, que vive, um dia terei um fim: a carcaça que me reveste é mortal e arrastará consigo a parte imortal para a inexistência.

Portanto para mim, pessoalmente, o sentido que decidi atribuir à minha vida é muito semelhante ao do Signatus: tentar deixar uma marca positiva neste mundo, trazer algo de novo ou pelo menos preservar o que encontrar de bom. Sentir, olhar, ouvir, tocar, provar, cheirar, VIVER! E viver todos os dias como se fosse o ultimo, guardar o que há de bom e retirar lições do que é menos bom. E aprender mais e mais! Se não o fizermos um dia olhamos para trás e sentimos arrependimento pelo que não fizemos, e o arrependimento é capaz de ser um forte candidato a sentimento mais miserável do ser humano.

Pode nunca ser encontrada uma resposta para o sentido da vida, mas acho que enquanto o tentarmos fazer só temos a ganhar pois vamos aprendendo coisas bastante úteis e descobrindo caminhos e formas bastante dignas de viver e encarar o que nos é apresentado todos os dias. Devemos continuar a trabalhar nesta questão pois é uma fonte de conhecimento incrível. Isto faz-me lembrar algo:

"Filosofia significa estar a caminho. As interrogações são mais importantes que as respostas e cada uma destas se transforma em uma nova interrogação. (...)"

Karl Jaspers



E fico-me por aqui, que já divaguei demais. Peço desculpa se algo soar demasiado off-topic, imaturo ou descabido. E também se pode notar uma certa discordância de ideias, mas tal como disse no início, não consigo chegar a um consenso definitivo comigo mesma.
Ninguém vai ler isto tudo o.o aqui vai disto!

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:25 pm

Ok, agora sim:
Muito Bem Vinda Very Happy

Citação :
E se a resposta for tão desconcertante e catastrófica que provoque o caos e o desespero totais na Humanidade? Pode ser um conhecimento tremendamente obscuro, que faça enlouquecer qualquer humano na sua posse. Ou pode ser exactamente o oposto.
Hum, aqui cheira-me a:
Spoiler:
 

Citação :
Se eu fosse religiosa, ou tivesse provas concretas da existência de uma entidade mística superior, se calhar teria uma boa e satisfatória resposta a isto. Saberia as minhas origens, o caminho a seguir durante a minha existência terrena, o que iria encontrar na minha existência não terrena e que não haveria um fim, mas sim uma eternidade. Mas mesmo assim: Imaginem agora (sem qualquer intenção de afrontar os crentes, respeito-os portanto espero que também me respeitem) que Deus realmente, sem qualquer tipo de dúvida, existe, se existe Ele próprio terá uma origem, não?
Exactamente. Se todas as coisas precisam de algo que as crie, quem criou o criador?
Se precisamos de um deus para atribuir um sentido á nossa vida, quem atribui o sentido á dele?
E daí por diante.....



Citação :
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Eu li e gostei. Wink
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:28 pm

Li meio por alto, mas o meu cerebro esta actualmente a descansar, portanto filosofar está um bocado longe da minha capacidade. Só queria dizer que não te preocupes com o offtopic, é recorrente no fórum. Basta veres o tópico do Avante ^^

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:33 pm

Vou resumir o teu texto todo a uma palavra:

Naamah escreveu:
carcaça



(hehehehehehe xD, private joke xD)
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:39 pm

Fenris escreveu:
Vou resumir o teu texto todo a uma palavra:

Naamah escreveu:
carcaça



(hehehehehehe xD, private joke xD)

Twisted Evil Deixa-te andar, um dia destes vais muito bem a passar pela rua direita e cai-te uma bigorna na cabeça... tenho a certeza que para além de estrelas também vais visualizar o sentido da vida.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:40 pm

Olha.... Se partires a bigorna depois não te queixes!
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:48 pm

Creeeedo! Tens os c... cabeça assim tão dura? .a. .k.

Duvido... mas descansa que eu tenho outros métodos .x.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:52 pm

Naamah escreveu:
Creeeedo! Tens os c... cabeça assim tão dura? .a. .k.

Duvido... mas descansa que eu tenho outros métodos .x.
Durante Carcaça no Vagos acho que parti os dentes a um moço com uma cabeçada, mas foi sem intenção! Até fiquei com pena dele Sad.
Só tenho medo de cobras, tudo o resto, estás à vontade, mas não me chateies se não resultar xD.
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