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 Sentido da vida

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 5:57 pm

Fenris escreveu:
Naamah escreveu:
Creeeedo! Tens os c... cabeça assim tão dura? .a. .k.

Duvido... mas descansa que eu tenho outros métodos .x.
Durante Carcaça no Vagos acho que parti os dentes a um moço com uma cabeçada, mas foi sem intenção! Até fiquei com pena dele Sad.
Só tenho medo de cobras, tudo o resto, estás à vontade, mas não me chateies se não resultar xD.
Então a unica coisa que ela tem a fazer é pedir ajuda aqui ao herpetologo de serviço e estás completamente tramado Very Happy Very Happy
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Fenris
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:06 pm


Aqui tens a minha resposta para isso: um texuguinho esfomeado.
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Naamah
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:07 pm

Estás queimado! Logo eu que não tenho medo de bichos rastejantes! Twisted Evil
e que tal terminar o devaneio? (eu sou tão esquisitinha quanto a offtopic)
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:15 pm

Naamah escreveu:
Estás queimado! Logo eu que não tenho medo de bichos rastejantes! Twisted Evil
e que tal terminar o devaneio? (eu sou tão esquisitinha quanto a offtopic)
Então estás no sitio errado. Razz Mas vá, este tópico é bonito (acho que´o meu primeiro post a sério também foi aqui) e não convém estragar.

Mas para terminar a disputa: o teu Texugozinho africano que trema perante o poder da nossa Aquila chrysaetus.
Há quem as treine para apanhar raposas e na mongolia
caçam lobos com elas


Última edição por Signatus em Dom Ago 15, 2010 6:20 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:19 pm

Aposto que o texugo a comia... E provavelmente até se fingia de morto para ela chegar mais perto...
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:22 pm

Vê o segundo video e veremos do que o teu insectivoro era capaz. Esse é passado na mongólia mas acho que é a mesma espécie que temos cá.
Sei de uma senhora que foi morta por uma (fazer falcoaria com um chapeu de pele de coelho=epic fail and the last one on your life)
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Averróis
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:50 pm

Naamah, boa intervenção Smile
E é bom admitirmos que não sabemos tudo, ou que achamos confusa a tarefa de compreender o que nos rodeia. Acho que esse é um problema que afecta todas as pessoas, filósofos incluídos. E essa ambiguidade é a fonte que alimenta muita da discórdia entre filosofias.

Vou responder a alguns pontos:

Naamah escreveu:
Outra ideia que por vezes também me assalta é que a descoberta da resposta à questão seria facilitada se se descobrisse a verdadeira origem de tudo o que existe. Aceito a teoria do Big Bang, mas por comodismo, não me satisfaz de todo. E antes disso? Qual a origem dessa matéria acumulada num pontinho ínfimo a altas pressões? E ainda antes disso? Sinto que poderíamos recuar infinitamente e não encontrar o raio da origem. As vezes parece que estou numa espécie de dimensão virtual, como se nada disto que me rodeia, o universo e tudo o resto fosse real e eu estivesse no centro de uma alucinação qualquer, mas isso traz ainda maiores e mais problemáticas questões e é um bocado off-topic (já estou a divagar). Mas pronto. O que eu queria dizer com isto tudo é que só é possível determinar um sentido conhecendo o significado de algo ou tendo dois pontos de referência para esse sentido: o princípio e o fim. Portanto se conhecêssemos o início saberíamos de onde vínhamos e já só (SÓ?!) faltava descobrir para onde vamos (Inexistência? Não sei.).

Essa é a million dollar question da Humanidade. E o mesmo pode ser aplicado à versão teológica da coisa, o criacionismo: Então e quem criou Deus? E quem criou o criador de Deus? E assim por diante. Se Deus é omnipotente e consegue criar-se do nada, ao ponto de se criar a partir da sua própria inexistência, então façamos o raciocínio do Paradoxo da Omnipotência... Ao que parece a lógica predominante em tudo o que nos rodeia falha no que toca a Deus.
A tua intervenção é relevante. De facto para analisarmos as coisas através da proposição lógica precisamos de dados suficientes antes de tirarmos conclusões. Mas parece que esse processo tem sido abordado da forma inversa na filosofia e ciência. Tentamos compreender as coisas de trás para a frente, analisando o resultado para tentar compreender as origens, já que de outra forma não conseguimos chegar mesmo lá. Neste momento somos como um criptógrafo a tentar desvendar a informação através do seu processo de codificação inverso (descodificação). E é isso que torna tão complexa a obtenção de tamanhas asserções... É preciso um estudo intensivo, muita especulação e brainstorming... E escolher as ideias que façam mais sentido à luz do que se sabe (as chamadas teorias científicas)... Sempre com o risco de não corresponderem devidamente à Realidade.


Naamah escreveu:
Se eu fosse religiosa, ou tivesse provas concretas da existência de uma entidade mística superior, se calhar teria uma boa e satisfatória resposta a isto. Saberia as minhas origens, o caminho a seguir durante a minha existência terrena, o que iria encontrar na minha existência não terrena e que não haveria um fim, mas sim uma eternidade.

Satisfatória à luz da crença. Nunca à luz matemática, rigorosa, lógica, factual. Porque neste momento não existem evidências que favoreçam ou descredibilizem a existência de um Deus.
A profunda crença (dogmatismo) não faz com que uma determinada coisa passe a ser real só porque acreditamos nela. Ela pode-nos parecer real dentro da subjectividade da nossa opinião, mas dificilmente a base que sustenta essa nossa convicção servirá para as restantes pessoas.

Naamah escreveu:
Mas mesmo assim: Imaginem agora (sem qualquer intenção de afrontar os crentes, respeito-os portanto espero que também me respeitem) que Deus realmente, sem qualquer tipo de dúvida, existe, se existe Ele próprio terá uma origem, não? Corrijam-me se estiver enganada, passo tanto tempo a vaguear pelas minhas ideias que me esqueço de consultar fontes exteriores. Não sei, só não consigo compreender a existência de uma entidade omnipotente e omnipresente. Mas como também não compreendo uma carrada de outras coisas e tenho a mania de complicar é melhor não mexer muito nisso.

Exacto. Ao assumir uma suposta existência de Deus, a nossa próxima pergunta - para quem tem espírito crítico apurado - seria: "Quem criou Deus?". Ou "porque é que não nascemos logo no paraíso?"


Naamah escreveu:
Portanto acho que é melhor reduzir-me as minhas poucas e tremidas certezas.

"Só sei que nada sei" e "Conhecimento real é saber a extensão da própria ignorância." Razz
Essa é a nossa única certeza absoluta: Somos limitados.

Naamah escreveu:
Sei que o tempo que tenho aqui é limitado, que cada segundo que desperdiço não pode ser recuperado.
Sei que desde o momento em que fui concebida tenho estado a mudar e a evoluir, a crescer e a aperfeiçoar-me (desprezando os retrocessos nesse aperfeiçoamento) num constante processo de aprendizagem. E tal como todo o ser que cresce e evolui, que vive, um dia terei um fim: a carcaça que me reveste é mortal e arrastará consigo a parte imortal para a inexistência.

Concordo com essa forma de encarar a vida. Até porque acredito que tudo o que faz parte da nossa mente, da consciência, necessita imperativamente de um cérebro funcional. Tal como um software precisa de um computador para poder existir em todo o seu esplendor. Assim que o cérebro morre, essa mente/consciência (a que alguns chamam alma) morre também, porque é volátil.
Não acredito na teoria das vidas múltiplas, da vida depois da morte. Se ela realmente existe, então faz pouco sentido ou não tem qualquer benefício: aparentemente nunca temos noção dessa realidade, já que cada vez que nascemos (presumindo que tal teoria estava certa) temos sempre que aprender a partir do zero, sem qualquer consciência das supostas vidas passadas.

Naamah escreveu:
Portanto para mim, pessoalmente, o sentido que decidi atribuir à minha vida é muito semelhante ao do Signatus: tentar deixar uma marca positiva neste mundo, trazer algo de novo ou pelo menos preservar o que encontrar de bom. Sentir, olhar, ouvir, tocar, provar, cheirar, VIVER! E viver todos os dias como se fosse o ultimo, guardar o que há de bom e retirar lições do que é menos bom. E aprender mais e mais! Se não o fizermos um dia olhamos para trás e sentimos arrependimento pelo que não fizemos, e o arrependimento é capaz de ser um forte candidato a sentimento mais miserável do ser humano.

O arrependimento é miserável, mas quando o mal está feito é também um sentimento desejável. Quem sabe que errou e sente orgulho nos seus erros não deve ser aplaudido. Mas concordo, o ideal é uma filosofia de prevenção... O que por vezes é muito difícil já que, como Humanos, estamos "condenados" a errar ao longo das nossas vidas. Logo sentir o arrependimento é um processo natural e desejável, se tivermos em mente essa realidade. Como se costuma dizer: "herrar é umano". Razz

Naamah escreveu:
Pode nunca ser encontrada uma resposta para o sentido da vida, mas acho que enquanto o tentarmos fazer só temos a ganhar pois vamos aprendendo coisas bastante úteis e descobrindo caminhos e formas bastante dignas de viver e encarar o que nos é apresentado todos os dias. Devemos continuar a trabalhar nesta questão pois é uma fonte de conhecimento incrível. Isto faz-me lembrar algo:

"Filosofia significa estar a caminho. As interrogações são mais importantes que as respostas e cada uma destas se transforma em uma nova interrogação. (...)"

Karl Jaspers

Concordo. Ainda que haja quem diga que "só descobrimos algo quando menos esperamos.", e isso pareça ser por vezes o que acontece de facto.


Naamah escreveu:
E fico-me por aqui, que já divaguei demais. Peço desculpa se algo soar demasiado off-topic, imaturo ou descabido. E também se pode notar uma certa discordância de ideias, mas tal como disse no início, não consigo chegar a um consenso definitivo comigo mesma.
Ninguém vai ler isto tudo o.o aqui vai disto!

affraid

Ignorantes somos todos. Desengane-se aquele que se considera portador da sabedoria absoluta. Cada um pode defender até acerrimamente a suas convicções, de acordo até com a sua personalidade, mas no final do dia todos nós temos de dar o braço a torcer porque o que nos parece real afinal pode não ser... A nossa compreensão da realidade é, mais uma vez, limitada.
Boa intervenção, precisamos de mais dessas. cheers

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Última edição por Averróis em Dom Ago 15, 2010 7:05 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:53 pm

Odal escreveu:
Li meio por alto, mas o meu cerebro esta actualmente a descansar, portanto filosofar está um bocado longe da minha capacidade. Só queria dizer que não te preocupes com o offtopic, é recorrente no fórum. Basta veres o tópico do Avante ^^

Há off-topic e off-topic! Há off-tópic que não acrescenta nada de relevante e depois há aquele que apenas enriquece o tópico com questões paralelas que são tão ou mais importantes, necessárias para auxiliar o raciocínio do assunto que está a ser debatido.
É relativo. tongue

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 6:57 pm

Averróis escreveu:
Odal escreveu:
Li meio por alto, mas o meu cerebro esta actualmente a descansar, portanto filosofar está um bocado longe da minha capacidade. Só queria dizer que não te preocupes com o offtopic, é recorrente no fórum. Basta veres o tópico do Avante ^^

Há off-topic e off-topic! Há off-tópic que não acrescenta nada de relevante e depois há aquele que apenas enriquece o tópico com questões paralelas que são tão ou mais importantes, necessárias para auxiliar o raciocínio do assunto que está a ser debatido.
É relativo. tongue

Verdade seja dita, embora o ultimo seja melhor, o primeiro as vezes é um mal necessario. Não para o topico em si, mas para a mente da pessoa. Sejamos honestos, toda a gente gosta de dizer coisas parvas jocolor

Edit: A ultima frase não significa, no entanto, que se diga sempre coisas parvas.

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 7:13 pm

Odal escreveu:
Verdade seja dita, embora o ultimo seja melhor, o primeiro as vezes é um mal necessario. Não para o topico em si, mas para a mente da pessoa. Sejamos honestos, toda a gente gosta de dizer coisas parvas jocolor

Edit: A ultima frase não significa, no entanto, que se diga sempre coisas parvas.

Sim, é verdade. Até para aliviar o clima. Principalmente se um debate começar a transformar-se numa amálgama de insultos, como acontece em tantos fóruns por esta Internet fora... tongue

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 7:14 pm

Averróis escreveu:
Odal escreveu:
Verdade seja dita, embora o ultimo seja melhor, o primeiro as vezes é um mal necessario. Não para o topico em si, mas para a mente da pessoa. Sejamos honestos, toda a gente gosta de dizer coisas parvas jocolor

Edit: A ultima frase não significa, no entanto, que se diga sempre coisas parvas.

Sim, é verdade. Até para aliviar o clima. Principalmente se um debate começar a transformar-se numa amálgama de insultos, como acontece por tantos fóruns por esta Internet fora... tongue

E por isso é que este é o melhor fórum de sempre. Offtopic há vontade(dentro de limites pré-estabelecidos do bom senso) e nada de insultos .b.

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 7:56 pm

Averróis escreveu:


Naamah escreveu:
Portanto para mim, pessoalmente, o sentido que decidi atribuir à minha vida é muito semelhante ao do Signatus: tentar deixar uma marca positiva neste mundo, trazer algo de novo ou pelo menos preservar o que encontrar de bom. Sentir, olhar, ouvir, tocar, provar, cheirar, VIVER! E viver todos os dias como se fosse o ultimo, guardar o que há de bom e retirar lições do que é menos bom. E aprender mais e mais! Se não o fizermos um dia olhamos para trás e sentimos arrependimento pelo que não fizemos, e o arrependimento é capaz de ser um forte candidato a sentimento mais miserável do ser humano.

O arrependimento é miserável, mas quando o mal está feito é também um sentimento desejável. Quem sabe que errou e sente orgulho nos seus erros não deve ser aplaudido. Mas concordo, o ideal é uma filosofia de prevenção... O que por vezes é muito difícil já que, como Humanos, estamos "condenados" a errar ao longo das nossas vidas. Logo sentir o arrependimento é um processo natural e desejável, se tivermos em mente essa realidade. Como se costuma dizer: "herrar é umano". Razz

Sim, concordo. Não queria transmitir a ideia de que não o devemos sentir, já que o arrependimento é considerado por muitos (inclusive pelas entidades religiosas, certo?) uma espécie de redenção pelos erros/pecados cometidos. É necessário, ajuda-nos a não cometer o mesmo erro duas vezes.
Penso também que deve existir mais do que um tipo de arrependimento, arrependimento por errar deve ser o mais normal. O pior deve ser aquele se sente por não se ter feito algo (em última análise, a ausência de acção também pode ser um erro).
A minha avó costuma dizer que "vale mais arrependimento por ter feito do que por não ter tentado". Ainda que seja discutível, diga-se já que há certas situações em que o melhor mesmo é estar quieto.

Mas o que é que neste mundo não é discutível? Pouco ou quase nada.

Averróis escreveu:

Boa intervenção, precisamos de mais dessas. cheers

Embarassed eh obrigada, mas as *tuas/suas intervenções são de longe mais bem conseguidas, na minha modesta opinião. (*confusão devido à avançada idade apresentada Very Happy ) Razz
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:11 pm

Naamah escreveu:
Sim, concordo. Não queria transmitir a ideia de que não o devemos sentir, já que o arrependimento é considerado por muitos (inclusive pelas entidades religiosas, certo?) uma espécie de redenção pelos erros/pecados cometidos. É necessário, ajuda-nos a não cometer o mesmo erro duas vezes.
Penso também que deve existir mais do que um tipo de arrependimento, arrependimento por errar deve ser o mais normal. O pior deve ser aquele se sente por não se ter feito algo (em última análise, a ausência de acção também pode ser um erro).
A minha avó costuma dizer que "vale mais arrependimento por ter feito do que por não ter tentado". Ainda que seja discutível, diga-se já que há certas situações em que o melhor mesmo é estar quieto.

Mas o que é que neste mundo não é discutível? Pouco ou quase nada.

E não deixaste essa ideia de não devermos sentir arrependimento, eu é que estava a acrescentar ao que havias dito (e bem). Razz
De facto é (praticamente) tudo discutível. Sim também concordo com esses dois tipos de arrependimento, que dependem dos contextos. Cada caso é um caso. Num mundo perfeito jamais nos arrependeríamos porque saberíamos sempre o que fazer Razz

Naamah escreveu:
Embarassed eh obrigada, mas as *tuas/suas intervenções são de longe mais bem conseguidas, na minha modesta opinião. (*confusão devido à avançada idade apresentada Very Happy ) Razz

Oh, obrigado, vou tentando. pirat
Avançada idade apresentada? Evil or Very Mad estas a chamar-me velho raquítico? Estou a brincar Laughing
Podes tratar-me por tu. Não há problema. Wink 811 anos, o que é isso? É um breve piscar de olhos Laughing

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:22 pm

eh okay Very Happy tb so sou 794 anos mais nova :O
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:46 pm

Laughing

Não sei se já disse algures, mas tenho 24 anos. Neutral

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:49 pm

Averróis escreveu:
Laughing

Não sei se já disse algures, mas tenho 24 anos. Neutral

Yeah, right... Se queres parecer mais novo, diz que tens aí uns 750. Agora 24... Não abuses!

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:54 pm

RedHead escreveu:
Averróis escreveu:
Laughing

Não sei se já disse algures, mas tenho 24 anos. Neutral

Yeah, right... Se queres parecer mais novo, diz que tens aí uns 750. Agora 24... Não abuses!

cyclops

Não me reveles a careca!
Estou aí para as curvas, sim? pfff Suspect


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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 8:58 pm

Mete Ultratest que ficas um bitxo mesmo com essa idade!
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 9:02 pm

Averróis escreveu:
RedHead escreveu:
Averróis escreveu:
Laughing

Não sei se já disse algures, mas tenho 24 anos. Neutral

Yeah, right... Se queres parecer mais novo, diz que tens aí uns 750. Agora 24... Não abuses!

cyclops

Não me reveles a careca!
Estou aí para as curvas, sim? pfff Suspect


Ah, tou a ver... És desses que vão ficando cada vez mais novos! Laughing
(Esse filme é tão triste Sad Sad Sad )

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Dom Ago 15, 2010 9:18 pm

Não. Isso é apenas wishful thinking silent

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Ter Ago 17, 2010 7:30 am

Averróis escreveu:
E não será a libertação de endorfinas apenas parte da componente sintomática do mecanismo emocional (bem mais complexo que isso), sendo responsável apenas por nos transmitir informações relativamente aos diferentes estados emocionais? (neste caso o prazer, o bem-estar, a adrenalina, etc). Essa libertação de endorfinas pode ser vista como um sistema de recompensa, que é activado sempre que as nossas acções ou acontecimentos produzem um efeito assimilado como sendo benéfico. Impelem-nos a praticar mais um determinado acto, ou a buscar mais vezes um determinado input sensorial.
O sistema límbico é complexo e existem tantas facetas responsáveis pela consciencialização do ser vivo quanto às suas emoções... Que na minha opinião seria demasiado simplista olhar apenas para os efeitos secundários de um determinado estado de espírito/emoção.

Digo isto porque o nível ético, as experiências memorizadas pela pessoa ou animal podem ter influência nessa gestão emocional. O que pressupõe um sistema de triagem comportamental menos linear do que pode parecer à primeira vista, altamente dependente do discernimento do indivíduo (entre outras coisas). Exemplo: Ter prazer em violar a privacidade de outra pessoa. Esse prazer poderá vir a ser eliminado com a aquisição de princípios éticos/morais ou após experiências desconfortáveis (ser apanhado em flagrante, sentir-se envergonhado com os seus actos, por exemplo). O que poderá levar a que o indivíduo deixe de sentir prazer em tais aventuras, e passe a sentir aversão.
Alem disso os estados emocionais são tão variados... Todos eles têm diferentes repercussões e expressam-se através de sensações diferentes (o que nos possibilita a distinção entre cada uma das emoções). É talvez uma forma auxiliar de manter o corpo e a mente em sintonia.
Hoje é precisamente o contrário do outro dia em que não me apetecia responder porque ainda estava demasiado zombie. Hoje ainda não fui à cama e pelo andar da carruagem também já não vou, portanto vou-te responder a isto. Desculpa pela demora Averróis, mas tenho andado país abaixo/país acima e o tempo para estar à frente do pc, felizmente, tem sido pouco.

Na verdade não, isso que referiste é um mecanismo de feedback positivo, mas que na verdade não é isso que acontece, se não houver mesmo o estímulo hormonal, não vai haver resposta emocional. Tem que haver, no entanto, o tal input sensorial que desencadeia a resposta hormonal, e aí é que as coisas se complicam! Porque se com substâncias químicas, como o chocolate, a resposta vai ser obrigatoriamente a mesma para todas as pessoas, com estímulos de índole emocional as coisas vão ser diferentes para todas as pessoas, pelo menos em relação ao grau de prazer/tristeza proporcionado.

Tendo em conta o que referiste, e muito bem, sobre a mutabilidade dos factores de significância individuais, as experiências que induzem a sensação de felicidade numa pessoa podem passar a ter o efeito inverso caso os seus valores se alterem. Isto porque a percepção do indivíduo sobre as repercussões de tais actos também se alteram, como tal, algo que antes desencadeava uma resposta positiva porque não era contrária aos seus valores, poderá passar a desencadear uma resposta negativa se os seus valores se alterarem e o referido comportamento chocar com eles.
Desta feita, citando o teu exemplo, se um indivíduo sentir prazer ao violar a privacidade alheia, deixará de o sentir caso passe a condenar tais actos, no entanto, se ele não alterar os seus valores, não irá ser por ser apanhado em flagrante que irá deixar de sentir prazer com tais actos. Poderá sentir embaraço, mas não irá deixar de sentir prazer. Porque a resposta hormonal desencadeada irá ser a mesma, logo a sensação irá ser a mesma. Pode implicar uma segunda resposta, a que desencadeará a sensação de embaraço, mas não irá deixar de desencadear a primeira.

Em relação à última parte, a expressão de uma determinada emoção também irá invariavelmente ser diferente de indivíduo para indivíduo, é por isso que cada caso é um caso, e não há respostas universais. Há pessoas que se sentem bem a expressar o que sentem, outras que sentem bem a expressar precisamente o contrário daquilo que sentem, ou então a demonstrar que estão sempre bem mesmo quando não estão, outras ainda que tentam não demonstrar nada, mas por norma essas falham com o que se propõem.

Com isto dito, julgo ter deixado a noção (pelo menos para alguns) de que sou capaz de dar uma explicação completamente científica e desprovida de todo e qualquer carácter subjectivo, mas também sei ser capaz do contrário. Isto porque eu às vezes tenho prazer em ser o elemento de discórdia, por exemplo neste contexto em que toda a gente debatia algo como sendo altamente subjectivo e complexo, eu achei imensa piada a introduzir um elemento que faltava na discussão, o elemento "animal" chamemos-lhe assim. Porque pelos vistos toda a gente se esqueceu que somos máquinas programadas para pensar, só que às vezes a programação altera-se, e temos que nos reprogramar em conformidade.

Edit:

E agora vou dedicar-me a sofrer duas horas de maneira muito prazenteira para mim. Correr Very Happy!
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Ter Ago 17, 2010 9:57 am

Marçal escreveu:
Passei muito tempo pensando nisso, emocionalmente ou racionalmente, e descobri que o sentido da vida é ser feliz independente do que nos faz feliz Ex: se o que nos faz feliz é suicidar quando suicidamos somos felizes e completo e a vida tem sentido
Este é dos piores exemplos que podes encontrar para isto.

O suicídio é muitas vezes o recurso a que recorre quem se encontra em desespero por não se conseguir sentir bem com a sua vida, nem consegue ver possibilidades de o vir a sentir.
Depois de te suicidares, não és feliz, completo nem a tua vida tem sentido: simplesmente não irás sentir nada (simplesmente porque o teu cérebro não te irá transmitir sensação nenhuma a partir do momento em que se desligar), nem sequer terás vida para que a mesma faça sentido.

Recorrer ao suicídio porque se pensa que o que estará do outro lado "só pode ser melhor" que o que está deste é das maiores inconsciências que se pode cometer. Primeiro, porque todos iremos dar esse salto, e apenas uma vez. Para quê adiantá-lo? Segundo, porque o que se deixa do lado de cá (com os que conheciam e gostavam dessa pessoa) irá ser pior do que o que era. E essa é a única certeza que há relativamente ao suicídio.

Naamah escreveu:
Porque é que tem de haver um sentido? E de que natureza é a resposta que procuramos? Será que sendo conhecido o sentido seria mais fácil viver? E se a resposta for tão desconcertante e catastrófica que provoque o caos e o desespero totais na Humanidade? Pode ser um conhecimento tremendamente obscuro, que faça enlouquecer qualquer humano na sua posse. Ou pode ser exactamente o oposto. Esse também é um dos problemas, é que não conhecemos a natureza da resposta, quem sabe se é perigoso?
O ser humano (e muitos animais, para muitos efeitos) é curioso. Essa curiosidade umas vezes traz benefícios, outras, prejuízos. Parece-me óbvio entender que grande parte da evolução humana se deve a essa curiosidade.
Imagina que encontras uma caixinha fechada com uma coisa lá dentro. Não te digo para não a abrires nem para a abrires. Quanto tempo achas que aguentas até a abrires? Smile


Naamah escreveu:
Por vezes também penso que se o sentido da vida realmente existe deve ser algo demasiado complexo para a mente humana, tal como a vida em si é de uma complexidade infinita, nos como seres de capacidades e duração finitos não podemos ser capazes de abarcar um conhecimento tão abrangente numa mente tão limitada.
Concordo e subscrevo!

Naamah escreveu:
Imaginem agora (sem qualquer intenção de afrontar os crentes, respeito-os portanto espero que também me respeitem) que Deus realmente, sem qualquer tipo de dúvida, existe, se existe Ele próprio terá uma origem, não?
Sim e não. Smile
Se a origem de tudo vier de uma única entidade (chamemos-lhe Deus), acho que essa entidade não tem de "existir" nos moldes de de que somos capazes de nos aperceber. Não tem de ter sido criado nem ter surgido em algum instante no tempo. Será superior à noção de tempo, espaço e da própria existência. É o motivo para tudo ser ou não ser e está antes de todas as noções de que te podes aperceber e mais até do que essas.


Averróis escreveu:
Exacto. Ao assumir uma suposta existência de Deus, a nossa próxima pergunta - para quem tem espírito crítico apurado - seria: "Quem criou Deus?".
Eu respondo-te com outra questão: porque é que Deus há-de ter sido criado? Ele é o motivo da própria existência, está acima dessa noção.

Averróis escreveu:
Não acredito na teoria das vidas múltiplas, da vida depois da morte. Se ela realmente existe, então faz pouco sentido ou não tem qualquer benefício
Admitindo que existe, como sabes que não tem qualquer benefício? Quem és tu para o afirmares tão peremptoriamente? Smile
Assumindo ainda que existe e que realmente não tem qualquer benefício: porque é que havia de ter? Porque não pode ser assim, simplesmente porque é?




Entretanto parece-me que o Fenris e o Averróis andam a misturar felicidade com alegria e bem-estar momentâneos. Eu posso ser feliz e sentir-me mal ou triste. Vejo a felicidade como a "overall picture" e a alegria ou tristeza como sentimentos momentâneos. Ser-se feliz é independente da endorfina que te estimula num determinado momento.


Citação :
Ninguém vai ler isto tudo o.o aqui vai disto!
O que é estranho é que parece que não sou só eu que leio tudo! Razz

Averróis escreveu:
Sim, é verdade. Até para aliviar o clima. Principalmente se um debate começar a transformar-se numa amálgama de insultos, como acontece em tantos fóruns por esta Internet fora... tongue
Insultos?? Not on my Folk Lusitânia!! .r.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Ter Ago 17, 2010 10:21 am

Kraft durch Freude escreveu:
Entretanto parece-me que o Fenris e o Averróis andam a misturar felicidade com alegria e bem-estar momentâneos. Eu posso ser feliz e sentir-me mal ou triste. Vejo a felicidade como a "overall picture" e a alegria ou tristeza como sentimentos momentâneos. Ser-se feliz é independente da endorfina que te estimula num determinado momento.

Desculpa, mas tenho que te corrigir aqui, se leste bem os meus posts atrás vais ver que eu afirmei que tristeza e felicidade são compatíveis. Até porque para mim o contrário de felicidade é depressão, que é diferente de tristeza, está-lhe associada como é óbvio mas não são sinónimos de todo.
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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Ter Ago 17, 2010 3:47 pm

Kraft durch Freude escreveu:
Averróis escreveu:
Exacto. Ao assumir uma suposta existência de Deus, a nossa próxima pergunta - para quem tem espírito crítico apurado - seria: "Quem criou Deus?".
Eu respondo-te com outra questão: porque é que Deus há-de ter sido criado? Ele é o motivo da própria existência, está acima dessa noção.
Ora essa é fácil. Não são os criacionistas que afirmam, categoricamente, que tudo tem de ter um criador? Pensar no criador do criador é apenas o próximo passo.

Kraft durch Freude escreveu:
Averróis escreveu:
Não acredito na teoria das vidas múltiplas, da vida depois da morte. Se ela realmente existe, então faz pouco sentido ou não tem qualquer benefício
Admitindo que existe, como sabes que não tem qualquer benefício? Quem és tu para o afirmares tão peremptoriamente? Smile
Assumindo ainda que existe e que realmente não tem qualquer benefício: porque é que havia de ter? Porque não pode ser assim, simplesmente porque é?

Ser um reencarnado chega? Razz
Porque a mim o "ser só por ser" é uma resposta que não responde a nada. Logo não se qualifica sequer para ser uma resposta aceitável.
Se ao reencarnarmos não nos lembramos patavina de vidas passadas, então não vejo benefício nisso... É, aliás, uma explicação que desafia a Navalha de Occam. Mais vale ir pela via mais sensata... Nós nascemos por reprodução sexuada. Tal como outros mamíferos... Que tal como nós têm mamilos e pêlo.

*Tudo* o que acontece connosco tem uma razão de ser. Inclusive a existência do apêndice.

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MensagemAssunto: Re: Sentido da vida   Qui Set 02, 2010 6:42 pm

na minha opinião, o sentido da vida é fazer aquilo que nos dá prazer, mesmo que dure por pouco tempo, vais-te lembrar sempre daquele momento em que vives-te e te sentis-te bem, e vais fazer tudo para que se volte a repetir. não consigo ser mais simples que isto. é assim que levo a minha vida Smile

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