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 Algumas considerações políticas. Bem como o documentário: "The Brussels Business - Who runs the European Union?"

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MensagemAssunto: Algumas considerações políticas. Bem como o documentário: "The Brussels Business - Who runs the European Union?"   Sex Nov 22, 2013 12:26 am

Excelente documentário, que transmite e explica a génese mafioso-capitalista da União Europeia.

Envolvidos os suspeitos do costume: Goldman Sachs, Lehman Brothers. Pesquisem quem são.

São, naturalmente, escudados pelos traidores. Cogumelos, fungos, cuja existência prolifera, em regimes anti-patriotas, e em que o sentimento de apatia e impunidade grassa.

Distraindo a imberbe e imbecil populaça com bombocas como os casamentos gay, consumismo estupidificante, decadência de valores, e outras prendas, assim se foi construindo, desde o início, um regime cujo ADN visava - e visa - a eliminação das soberanias, do sentimento nacionalista e patriótico, da História, das referências, e da Justiça.

E, por conseguinte, do Estado Social. Porque não há políticas sociais seguras num país que não é independente.

Não esquecer que Mário Soares, hoje na crista da onda, como Che Guevara reencontrado, sem barbas, mas com cabelos brancos, que redescobriu o sentimento patriótico, foi um dos coveiros que enfiou a Nação neste buraco. A populaça come a palha que lhe derem.  

As eleições são o álibi perfeito para a destruição da possibilidade de participação política de quem realmente tem capacidade e desejo para o fazer.

O parlamentarismo é um dos cancros da Nação. O nosso país, é a nossa mãe. E a mãe não deve pagar, nem ser castigada, por, eventualmente, ter parido filhos indignos. Bem pelo contrário. Necessita de ser protegida. O "povo" é um chavão. Os homens e mulheres valorosos, neste contexto político, ou são enxovalhados, ou incentivados a fecharem-se em copas. A Nação, a Pátria, é uma entidade que vive por si própria. O Estado é o organismo que lhe permite persistir, resistir, evoluir, e proteger-se. Os seus cidadãos, sem embargo de prosseguirem os seus caminhos pessoais, são as células, de cuja existência a Nação, o País, depende. E vice-versa. Independentemente das políticas sociais e axiológicas internas. Embora elas necessitam de ser assertivas e justas. Assistimos ao ataque agressivo à Constituição do País. A Finança Internacional ataca o Estado de Direito. E, por sua vez, a Soberania.

Abram os olhos, e deixem de ir a festivaizinhos, ao futebol, ao cinema, ao McDonald's, e ignorar a política. Tudo é política. A História é agora. Os regimes não são eternos. A situação é grave. Estudem, cultivem-se. Entrem em contacto com o país rural. Elevem-se. Para mais tarde, estarem receptivos a compreender e a abraçar a alternativa proposta. E ela surgirá.

Aqui fica o vídeo:

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