Folk Lusitânia

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 Vai para fora Cá dentro

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Qaa Qenymin
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MensagemAssunto: Vai para fora Cá dentro   Dom Nov 21, 2010 10:37 am

Uma boa forma de conhecer melhor o nosso meu Pais é viajar pelas suas cidades e aldeias.

Vou começar por uma vila histórica Alentejana
Depois será uma viagem ao acaso por este Portugal maravilhoso que é o nosso Pais.

Reguengos de Monsaraz




Monsaraz, a serenidade silenciosa do Alentejo profundo



Marcada pelas habitações de cal e de xisto, em ruas mais ou menos tortuosas, e pelo toque medieval da sua toponímia acastelada, Monsaraz, uma das mais características e antigas povoações portuguesas a Sul do Tejo, acolhe quem a ela acorre, com o cheirinho da História e o sabor de dias tranquilos, há muito perdidos no tempo.

Edificada no alto de um invulgar promontório alentejano e ocupada pelo homem desde tempos imemoriais, centena e meia de monumentos megalíticos em razoável estado de conservação são disso mesmo prova.
Monsaraz esconde em si segredos que ainda hoje continuam a ser desvendados.
Julga-se que o monte onde foi inicialmente construída tenha sido um povoado pré-histórico fortificado, no qual é possível distinguir diversas sepulturas pré-romanas cavadas em rocha.



As Origens

A história do concelho de Reguengos de Monsaraz confunde-se com a do antigo concelho de Monsaraz.
Com efeito os limites são os mesmos desde há séculos, embora a sede do concelho não tenha sido sempre constante.
A vila de Monsaraz liderou o concelho até 1838, data a partir da qual tem início um processo complexo de transferência da sede do mesmo para a povoação de Reguengos, o qual teve o seu epílogo em 1851 com a fixação definitiva da sede de concelho na então já vila de Reguengos.
O concelho existe portanto com os mesmos limites geográficos desde o século XIII, quando no ano de 1270 o rei Afonso III atribui a carta de foral à vila de Monsaraz, estabelecendo assim as bases daquele que é um dos mais antigos concelhos administrativamente constituídos no sul de Portugal.
A vila de Monsaraz é seguramente a povoação mais antiga do concelho e uma das mais antigas do país.
A sua ocupação data dos tempos pré-históricos, estando registados na região várias centenas de sítios arqueológicos dos períodos paleolítico, neolítico (megalitismo), calcolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro.
Na própria cidade de Monsaraz existe uma vasta rupestre pré-romana, de sepulturas antropomórficas escavadas na rocha.
A primitiva ocupação humana de Monsaraz, provavelmente um castro fortificado, foi mais tarde romanizado e ocupado sucessivamente por visigodos, árabes, moçárabes e judeus.
A origem toponímica do termo Monsaraz não está suficientemente estudada embora se possa colocar a possibilidade da decomposição do termo em Mon Saraz.
A palavra Saraz pode derivar de Xarez ou Xerez que equivalia, durante o domínio muçulmano à forma arábica Saris ou Sharish.
O equivalente em castelhano do vocábulo português Xara é Jara.
Assim Xarez ou Xerez corresponde aos equivalentes arcaicos castelhanos Jaraez ou Jarás que conduziram às formas actuais do Jerez castelhano ou Xerez português.
Neste sentido, Monsaraz pode significar portanto MONTE XAREZ ou MONTE XARAZ, isto é, monte erguido no coração de uma terra nas margens do Guadiana, antigamente povoada por um impenetrável brenhal de estevas (ou xaras) e que, pela excelência de condições estratégicas, posição de altura com cobertura defensiva de um grande e importante rio recomendava, naquele sítio de difícil acesso, a fundação de um povoado, quase naturalmente defendido.

A Fundação do Concelho e a evolução até ao século XVI



Em 1157 Geraldo Sem Pavor conquista Monsaraz aos muçulmanos.
Em 1173 volta ao domínio árabe dos almôadas após a derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz.
Em 1232, D. Sancho II auxiliado pelos cavaleiros templários conquista Monsaraz definitivamente e faz a sua doação à Ordem do Templo.
O repovoamento cristão de Monsaraz e do seu termo só vem a ocorrer no tempo de D. Afonso III, período em que este rei concede o foral a Monsaraz e onde são fixados os limites do concelho, bem como definidas terras reservadas para a coroa denominadas os reguengos ou terras reguengas, quer dizer "as terras do rei".
Neste período de ocupação cristã, o povoador Martim Anes começou a levantar a nova alcáçova e os cavaleiros das Ordens Militares, juntamente com o clero secular iniciaram a construção dos primitivos templos de Santa Maria da Lagoa, Santiago e Santa Catarina.



Gastronomia

Concelho predominantemente agrícola, Reguengos de Monsaraz tem vindo a desenvolver o cultivo das vinhas. Três grandes produtores, Casa Agrícola José de Sousa Rosado Fernandes, Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz e Herdade do Esporão, têm-se destacado através da produção de vinhos de reconhecida qualidade nacional e internacional.
Vinhos excelentes só poderiam emparceirar com uma gastronomia de eleição. Fruto da sensibilidade e do engenho de gerações, a gastronomia regional com base na carne de porco e de borrego e as muitas e deliciosas sopas, fazem o deleite dos palatos mais exigentes. Assente nesta tradição de excelentes pratos e petiscos, a Câmara Municipal tem vindo a promover Circuitos Gastronómicos pelos restaurantes do concelho, regados, obviamente, com os seus óptimos vinhos.

Açorda de Peixe do Rio
Ensopado de Borrego
Bolo Rançoso -é uma delicia
Carne Alentejana DOP *
Carne Mertolenga DOP
Vinhos (Adegas e Vinhos Regionais)
*Produtos com Denominação de Origem Protegida

Receita do Bolo Rançoso

200 g de açúcar
100 g de amendoa picada ( sem pele )
8 gemas
1 clara
açúcar e canela

Leva-se o açúcar ao lume com 1 dl de água e deixa-se ferver até fazer ponto pasta, adicionam-se as amêndoas e deixa-se fazer ponto estrada. Retira-se do lume, deixa-se arrefecer um pouco e juntam-se as gemas e leva-se novamente ao lume a engrossar, sem deixar ferver, retira-se e deixa-se arrefecer um pouco, junta-se a clara batida em castelo (não mto forte), deita-se numa forma lisa, untada e polvilhada com farinha, leva-se ao forno brando +/-40 minutos.
desenforma-se e enfeita-se com açúcar e canela

Onde ficar



Monte Alerta

Actividades Turísticas, Lda.
Monsaraz
Telf.: 266 550150
Fax: 266 557325
7 Duplos, 1 Suite
http://www.montealerta.pt/index.aspx?ID=1
mail@montealerta.pt

Monte Saraz
Horta dos Revoredos
Barrada
Telf.: 266 557385
Fax: 266 557485
18 Duplos
6 Singles
http://www.montesaraz.com/
conventodaorada@mail.telepac.pt

Estalagem de Monsaraz
Largo S. Bartolomeu
Arrabalde de Monsaraz
Monsaraz
Telf.: 266 557112
Tlmv.: 96 625 65 16
Fax: 266 557101
http://www.estalagemdemonsaraz.com/
info@estalagemdemonsaraz.com
15 Duplos, 3 Suites

Monte da Avó Chica
Casa de Hóspedes
Telm.: 91 4650602 / 91 8217136 / 91 8721335 / 91 4300400
Tel.: 266 557015
http://www.montedaavochica.com/
geral@montedaavochica.com
reservas@montedaavochica.com

Posto de Turismo - Monsaraz
http://www.visitevora.pt/pt/Homepage.htm
Montes Alentejanos - Associação de Turismo Integrado

Distrito-Évora
Orago-Santo António
Feriado municipal-13 de Junho



Última edição por Qaa Qenymin em Seg Nov 22, 2010 11:44 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Dom Nov 21, 2010 3:57 pm

Muita falta que fazia um tópico destes!
Já tive uns dias em Reguengos de Monsarás, vale a pena =)
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Seg Nov 22, 2010 5:09 am

Signatus escreveu:
Muita falta que fazia um tópico destes!
Já tive uns dias em Reguengos de Monsarás, vale a pena =)


Haha, era mais um que tinha na lista também, para quando tivesse paciência/tempo/redução_do_nível_de_engonhanço/whatever.


Obrigada, Qaa, por teres tão boas ideias e as aplicares tão bem, facilitando assim a vida de uma preguiçosa. Razz

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Seg Nov 22, 2010 11:42 am

PONTE DE LIMA





Berço da nação, o Minho é uma das regiões mais verdes do País, oferecendo diversas possibilidades de passeio.
Com os seus dez arcos, a ponte sobre o rio Lima é uma das primeiras visões que temos ao entrar em Ponte da Barca, ponto de partida para uma visita ao Vale do Minho, que nos meses de Verão fervilha com os tradicionais mercados, romarias e festas populares

Em pleno coração do vale da Ribeira do Lima, a 23 quilómetros de Viana do Castelo, o concelho de Ponte de Lima é o Minho em toda a sua rusticidade e beleza paisagística.
Terra plena de história, situada na antiga via militar Braga-Tui, pertenceu, até ao reinado de D. Afonso Henriques, à Diocese de Tui.

Dona Teresa foi quem primeiro lhe concedeu foral, em 1125, ordenando a realização de uma feira de modo a fixar a população e promover a economia.
Posteriormente, no século XIV, D. Pedro I protegeu e fortificou a vila que, no reinado de D. Fernando, era o ponto mais seguro da defesa do Norte de Portugal.

Vila lendária e senhoril, na idade média era uma singela cidadela muralhada e ameada, com 600 metros de perímetro, 10 torres, 2 cubelos e 6 portas.
Da sua história fazem parte as monumentais ruas com fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas e a notoriedade da arquitectura religiosa que levaram a que, em 1995, Ponte de Lima fosse distinguida com o Grande Prémio Europeu do Turismo e do Ambiente.




Implantada na região do vale do Lima e debruçada sobre o rio que lhe conferiu o nome, a vila de Ponte de Lima possui um conjunto de características paisagísticas únicas que desde sempre conferiram a esta vila do Alto Minho uma originalidade e uma especificidade muito próprias.



O seu passado histórico, marcado por uma forte referência medieval que ainda hoje se vê traduzida no traçado urbano da vila, teve como suporte uma estrutura económica baseada no carácter comercial e mercantil que se viu reforçada, quando em 1125 D. Teresa lhe conferiu foral institucionalizando a Feira que, tal como hoje, se estende pela frente urbana da vila bordejando o Lima.



Foi praça forte de D. Pedro e D. Fernando e desempenhou um papel importante no tempo de D. João I.
O rio, ponto de referência e eixo ordenado da vila, foi até ao dealbar do século XX uma via de comunicação muito activa, estabelecendo a ligação da vila com os centros urbanos do litoral e do interior do vale.




Atravessado por uma ponte medieval, construída a partir de uma romana, que estabelecia os contactos entre as duas margens e permitia a ligação da vila, por terra, a outras paragens, tendo muitas vezes servido como passagem obrigatória dos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.



Não foge à evolução que por força destas circunstâncias se verificaram ao tempo de D. João V, como sucedeu com outros centros de maior dimensão.
Será graças a esse movimento de efervescência económica que o concelho se vê brindado por notáveis construções arquitectónicas religiosas e civis.



Gastronomia

Pratos ex-libris
Lampreia à Moda de Ponte de Lima



Ingredientes
Para 6 pessoas

- 1,5 kg de lampreia;
- 2 dl de vinho maduro tinto;
- 2 dl de vinho verde tinto;
- 50 gr de presunto;
- 1,5 dl de azeite;
- 1 cebola grande;
- 1 ramo de cheiros(salsa, louro, 1 dente de alho);
- 1 colher de sobremesa de farinha;
- sal;
- pimenta;
- salsa picada;
- pão torrado.

Confecção:
Escalda-se a lampreia viva mergulhando-a em água a ferver (pode amarrar-se um fio à cabeça para melhor a poder retirar da água).
Raspa-se a lampreia com uma faca para se retirar a camada viscosa que a envolve e esfregar-se com uma toalha de estopa. Depois de bem raspada, lava-se em água fria corrente e coloca-se numa tigela grande juntamente com os vinhos.
Sem se retirar a lampreia da tigela, corta-se-lhe a cabeça. Em seguida faz-se um corte ao longo dos três últimos orifícios inferiores. Faz-se um outro corte na região anal, contornando o orifício que existe junto à cauda, tendo o cuidado de não furar o tubo digestivo ou tripa para que o conteúdo deste não vá estragar o vinho e o sangue da lampreia que escorreu para o recipiente. Retira-se em seguida rápida e cuidadosamente a tripa inteira.
Corta-se a lampreia em postas de 4 a 6 cm, que se introduzem no sangue com os vinhos, e tempera-se com sal, pimenta e o ramo de cheiros. Deixa-se nesta marinada cerca de 1 hora.
Pica-se a cebola e leva-se ao lume num tacho com o azeite a alourar levemente; juntam-se as postas de lampreia escorridas, o presunto cortado em dados e deixa-se refogar durante 10 minutos.
Em seguida rega-se com a marinada, na qual se desfez previamente a farinha. Coze-se em lume brando durante cerca de 20 minutos, tendo o cuidado de mexer de vez em quando.
Quando a lampreia estiver cozida, retira-se do tacho e deixa-se apurar o molho mais 10 minutos.Passa-se por um passador para um outro tacho e junta-se novamente a lampreia. Leva-se ao lume para aquecer.
Numa travessa colocam-se as fatias de pão torrado cortadas em quadrados e sobre cada uma delas põe-se uma posta de lampreia.
Regasse com o molho, polvilha-se com salsa picada e serve-se acompanhado de arroz de substância.
À volta dispõem-se triângulos de pão torrado.

Arroz de sarrabulho à Moda de Ponte de Lima



Ingredientes:
Para 5 pessoas

- 1 kg de arroz;
- 600 g de carne de vaca;
- meia galinha;
- 500 g de costela de porco (entrecosto);
- 2 ossos frescos;
- 500 g de carnes ensanguentadas pertencentes à colada do porco;
- 1 lombelo (lombo escuro);
- 1 chouriço de carne ; 2,5 dl de sangue de porco;
- 1 ramo de salsa;
- 1 casco de cebola;
- um quarto de folha de louro;
- 2 cebolas;
- 3 dl de azeite;
- sal;
- pimenta.

Confecção:
Cozem-se as carnes em água abundante com a salsa, o casco de cebola, o louro e o sal.
À parte, prepara-se um refogado pouco puxado com a cebola picada, o azeite, salsa e louro. Rega-se com um pouco da água em que as carnes cozeram e deixa-se ferver.
Quando a calda estiver bem apurada e temperada, introduz-se o arroz. A calda deve ter cerca de três vezes o volume do arroz. Reserva-se a restante para acrescentar se for necessário.
A meio da cozedura do arroz, junta-se o sangue e as carnes, que entretanto se desfiaram (com excepção das da colada). Mexe-se muito bem e deixa-se acabar de cozer.
Serve-se o arroz assim que estiver pronto, enfeitado com as carnes da colada cortadas em bocados e algumas carnes desfiadas que se reservaram para o efeito.

Informações úteis

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA :

Praça da República - PONTE DE LIMA
Tel: (+351) 258 900400
Fax: (+351) 258 900410

BIBLIOTECA MUNICIPAL
Largo da Picota
Tel: (+351) 258 900411

TEATRO DIOGO BERNARDES
Rua Agostinho José Taveira
Tel: (+351) 258 900414

UNIVERSIDADE ABERTA / CENTRO LOCAL DE APRENDIZAGEM DE PONTE DE LIMA
Avenida António Feijó, 16
4990-029 - Ponte de Lima
Tel: (+351) 258 753 493
Horário de Atendimento
Terça a Sexta-feira: 17h – 19h
Sábado: 10h – 13h
E-mail: cla_ponl@univ-ab.pt

PAVILHÃO MUNICIPAL
Pavilhão Municipal - Rua Francisco Sá Carneiro
Tel: (+351) 258 900413

MUSEU DOS TERCEIROS
Av. dos Plátanos - PONTE DE LIMA
Tel: (+351) 258 753 136

GALERIA/DELEGAÇÃO DE TURISMO
Praça da República
Tel: (+351) 258 942335

JARDINS TEMÁTICOS E MUSEU RURAL
Parque do Arnaldo (Junto à Ponte Romana)


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Ofídio
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Nov 23, 2010 12:32 am

Passagem obrigatória para quem vai ao Minho, sugiro o aluguer de bicicleta e dar uma pedalada até Ponte da Barca a paisagem é espectacular e possuí bons sítios para uns mergulhos no sentido inverso podem ir até Lagoas.

Para um arroz de sarrabulho à maneira, económico e com doses de cavalo recomendo O GAIO I love you
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Nov 23, 2010 12:42 am

Ofídio escreveu:
Passagem obrigatória para quem vai ao Minho, sugiro o aluguer de bicicleta e dar uma pedalada até Ponte da Barca a paisagem é espectacular e possuí bons sítios para uns mergulhos no sentido inverso podem ir até Lagoas.

Para um arroz de sarrabulho à maneira, económico e com doses de cavalo recomendo O GAIO I love you
Bah, pensar que se tivesse passado no raio dos exames por esta altura podia estar algures no norte do nosso belo país Crying or Very sad
Gosto muito do Alentejo mas o meu coração anseia por montanhas, florestas de Quercus pyrenaica e aldeias graníticas ..............

É o que dá não saber por a cabeça em ordem quando se deve. .e.
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Qaa Qenymin
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Nov 23, 2010 1:18 pm

Arcos de Valdevez



O concelho de Arcos de Valdevez, do distrito de Viana do Castelo, localiza-se na Região do Norte (NUT II) e Minho-Lima (NUT III), e situa-se na margem direita do rio Vez, no coração do Alto Minho.
Encontra-se rodeado por cinco concelhos - Melgaço e Monção a norte, Paredes de Coura e Ponte de Lima a oeste e Ponte da Barca a sul.
Faz ainda fronteira com Espanha a nascente.



Existem referências a Val-de-Vez no século X, no famoso testamento de Mumadona de Guimarães, sendo seguro que a povoação terá sido fundada em época anterior à dominação romana.
Além disso, da Pré-História chegaram até nós um grande número de monumentos funerários, de onde se destacam o núcleo megalítico do Mezio, e ainda, a estação de arte rupestre de S. Gião.
Na origem da designação de Arcos de Valdevez está a antiga ponte dos arcos, sobre o rio Vez.

No período românico, os topónimos arco ou arcos são sinónimos de ponte.
Estes topónimos já eram usados em 1258, o que indica a existência da ponte nestes tempos, atribuindo-se-lhe um papel determinante no desenvolvimento deste lugar ao longo da Idade Média.
O foral que D. Manuel lhe concedeu em 1515 comprova a importância desta área.

Tradições, Lendas e Curiosidades
Realizam-se feiras quinzenais às quartas-feiras e uma feira anual a 11 de Julho.
Em Agosto, festejam-se as romarias da Senhora da Lapa e de Santa Maria do Castelo.
O feriado municipal tem lugar a 11 de Julho.

Senhora da Lapa

Tanto as paisagens humanizadas como as mais selvagens e recônditas constituem forte potencial para o desenvolvimento do turismo.
Assiste-se nos últimos tempos ao incremento de novas práticas, ligadas ao montanhismo, à caça, à pesca da truta ou ao simples usufruto da frescura e da tranquilidade que caracterizam estas áreas de forte cariz rural.

Gastronomia
Pratos Típicos
Cozido à Minhota - Cabritinho Mamão da Serra - Arroz de Feijão c/Posta Barrosã - Papas de Sarrabulho - Rojões - Lampreia - Bacalhau à Violeta.

Lampreia

Ingredientes:
Para 6 a 8 pessoas

* 1 lampreia viva
* 1 cebola média
* 4 dentes de alho (muito bons)
* 1 ramo de salsa
* 1 folha de louro
* 1 colher de colorau
* 1 dl de vinagre
* 7,5 dl de vinho tinto
* 2,5 dl de azeite
* sal
* pimenta
* 500 g a 700 g de arroz

Confecção:

Amanho da lampreia:
Como a lampreia está viva, ata-se-lhe uma guita forte em volta da cabeça e mergulha-se rapidamente em água a ferver.
Desta forma, a viscosidade coalha e torna-se mais fácil de limpar a lampreia esfregando-a com uma serapilheira.
Põe-se a lampreia num recipiente.
Deita-se o vinagre numa tigela e coloca-se sobre esta os orifícios (brânquias) da lampreia.
Dá-se um golpe em cada um dos orifícios para a fazer sangrar.
Retiram-se a cabeça e as barbatanas, que se rejeitam.
Dá-se em seguida um golpe a todo o comprimento, do ventre ao orifício anal.
retira-se a tripa, deixando as ovas se as houver, e com uma faca bem afiada extraem-se as cartilagens semelhantes a guelras que se encontram nas brânquias.
A partir dessa altura, a lampreia não deve ser lavada.
Corta-se em pedaços com 6 cm a 7 cm e põe-se a marinar com o vinho tinto, o sangue, salsa picada, os dentes de alho, o louro e sal.
O peixe deve ficar nesta marinada durante 3 horas no mínimo e 24 horas no máximo, de preferência no frigorífico.
Pica-se a cebola para um tacho grande, rega-se com o azeite e tempera-se com pimenta e colorau.
Leva-se ao lume e deixa-se alourar.
Nessa altura vão-se introduzindo os pedaços de lampreia, escorrendo-as com a mão.
deixam-se cozer durante cerca de 40 minutos.
Verifica-se a cozedura da lampreia espetando-a com um garfo.
Quando estiver cozida, rega-se com a marinada coada e deixa-se apurar sobre lume brando.
Em seguida retira-se o peixe para outro recipiente, onde se deita também um pouco de molho.
Ao restante molho adiciona-se a água necessária para cozer o arroz, que, na totalidade, deverá ser três vezes o volume do arroz.
este arroz deverá ficar bastante húmido.
Servem-se o arroz e a lampreia bem quentes em recipientes separados.

Arcos de Valdevez - São Paio Arcos Valdevez
Praça Município , Arcos Valdevez
4970 ARCOS DE VALDEVEZ

Tel.: 258 520 500
Fax: 258 520 509
E-mail: geral@cmav.pt

Como chegar a Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez fica situado no Noroeste peninsular Português, integrando a província do Alto Minho, e tendo como capital de distrito Viana do Castelo.
Localiza-se a 36 km de Braga, a 40 km de Viana do Castelo e a 90 km do Porto.

De Carro
Se vier do Porto tome a auto-estrada A3 (Porto - Valença) ou a Estrada Nacional até Braga e desta até Arcos de Valdevez.
Se vier de Espanha poderá tomar a auto-estrada A3 (Valença - Porto) ou optar pelas Estradas Nacionais, entrando em Portugal por Valença, Monção, Melgaço ou Ponte da Barca.

De Comboio
Viana do Castelo - 40 km - Braga - 36 km.

Aeroportos
Aeroporto Francisco Sá Carneiro - Porto: 90 km
Aeroporto de Vigo - Vigo (Espanha) 90 km
Aeroporto de Santiago de Compostela- Santiago de Compostela (Espanha) 160 km.

Portos Marítimos
Porto de Viana do Castelo- Viana do Castelo 40 km
Porto de Leixões- Matosinhos 90 km
Porto de Vigo - Vigo (Espanha) 90 km.



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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Nov 23, 2010 1:22 pm

Citação :
Como a lampreia está viva, ata-se-lhe uma guita forte em volta da cabeça e mergulha-se rapidamente em água a ferver.
Tadinha Neutral

Arcos de Valdavez, onde se realizou uma das batalhas cruciais para a nossa independência!
Que aliás, não foi propriamente uma batalha mas um torneiro em substituição de uma!

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Nov 25, 2010 10:38 am

Castelo Rodrigo





Na memória fica a beleza do lugar, a comovente imagem de Santiago Matamouros, histórias de guerras antigas e de peregrinos.



Fundada por Afonso IX de Leão, que a doou ao conde Rodrigo Gonzalez de Girón, ficaria com o nome do seu povoador.
Em tempo de D. Dinis de Portugal, rei e poeta, passou para a coroa portuguesa.

O brasão desta pacífica aldeia tem uma originalidade que o torna diferente de todos os outros e uma história para contar. D. Beatriz, única filha de D. Fernando de Portugal, estava casada com o rei de Castela.
Por morte de seu pai, e com a sua subida ao trono, Portugal perderia a sua independência a favor de Castela.
Os Senhores de Castelo Rodrigo tomaram partido por D. Beatriz, mas não contaram que D. João, Mestre de Avis, viesse a vencer os castelhanos na Batalha de Aljubarrota, em 1385.
Coroado rei de Portugal, D. João I não perdoou e mandou que armas de Portugal fossem representadas em posição invertida.



No séc. XVI, Filipe II de Espanha anexou a Coroa Portuguesa.
O povo não gostou, mas parte da alta nobreza aliou-se ao novo rei.
Foi o caso de Cristóvão de Mora, Governador de Castelo Rodrigo.
A população vingou-se e pegou fogo ao enorme palácio, logo que lá chegou notícia da Restauração (ocorrida a 1 de Dezembro de 1640) Desta história ficaram as ruínas que hoje pode ver no alto monte.

Lugar de passagem dos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela, conta-se que S. Francisco de Assis aqui teria pernoitado na sua peregrinação ao túmulo do Santo.




Pratos Típicos

Migas de Peixe de Barca D'Alva
Sopa de Carrapatos (feijão frade)
Caldo de feijões com Hortaliça
Cabrito ou Borrego assados no Forno
Bacalhau à Lagareiro
Pratos de Coelho Bravo, Lebre e Javali

Doces
Arroz Doce
Aletria
Leite-creme
Papas de Milho
Farófias
Filhoses
Biscoitos de Escalhão
Económicos e Esquecidos

Alojamento
Casa do Baldo - Castelo Rodrigo / Centro de Portugal
Tel. : 271313148
Hospedaria do Convento (TH) - Castelo Rodrigo / Centro de Portugal
Tel. : +351 271 311 819
Website :
http://www.hospedariadoconvento.pt
E-mail : geral@hospedariadoconvento.pt

Quinta de Pêro Martins - Castelo Rodrigo / Centro de Portugal
Tel. : +351 271 313 674; 961 336 043; 914 575 164
Website :
http://www.quintaperomartins.com
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Sex Dez 03, 2010 8:33 am

Safara




A Igreja e a praça de Safara

Situada numa grande planície, entre as ribeiras de Ardila, Murtigão e Toutalga encontra-se Safara, com apenas 5762 hectares de área.
Safara, sede de freguesia, a 21km de Moura.
E é graças a uma favorável posição na rede viária (central) que lhe permite aceder às restantes localidades com facilidade.




A formação e ocupação humana de Safara surgiu na Idade do Ferro tendo deixado diversas marcas desse período, marcas essas deixadas também pelo povo Romano.

O topónimo "Safara" advém do povo árabe, igualmente ocupante destas terras em tempos, que a designaram assim devido à sua localização numa grande planície, e que significava "campina".

Safara apresenta 1167 habitantes sendo a segunda maior freguesia rural do concelho a nível populacional, apesar de ser a freguesia com menor área.




O sector primário é o sector base da economia da freguesia nomeadamente a agricultura, a olivicultura e a pecuária. O artesanato é outro contributo para o desenvolvimento da economia que se baseia na cestaria, cadeiras de buinho, ferro forjado, rendas e bordados.

Safara é um local riquíssimo no que toca a património apresentando muita diversidade relacionada sobretudo com a religião.
Assim é possível visitar a capela de Santana (séc. XVIII)
A Capela de S. Sebastião (séc. XVI)
A Cruz de Murteira (séc. XVII)

O Castelo Velho de Safara (Idade do Ferro)
A Ermida da Coroada (medieval)
O Moinho da Caveirinha
O Moinho de Santa Marina

A Igreja de S. Sebastião


A Ermida de Santa Ana
A Ponte Romana e a Igreja Matriz.
Este último edifício data de 1500, tendo a sua conclusão decorrido por volta de 1602.
Com alguns elementos do estilo Manuelino, arcos góticos, soalhos de ladrilhos tijolados, com altares em obra de talha e uma localização numa praça no centro da povoação são elementos de uma beleza peculiar.


A freguesia de Safara tem ao dispor uma variedade de equipamentos como Casa do Povo de Safara, Centro Social e Comunitário de Safara, Casa da Divina Providência de Safara, Farmácia, Extensão de Saúde, Correios, Posto da GNR e Sedes de Instituições Associativas como o Círculo Artístico Musical Safarense.

Realizam-se em Safara variadas festas em homenagem a diversos santos.
Assim a 20 de Janeiro realiza-se a Festa de S. Sebastião
De 2 em 2 anos realizam-se as Festas da Semana Santa, conhecidas por Festas das Endoenças


De 22 a25 de Julho as Festas de Santa Ana.

Onde Comer

Restaurante "O Arcada"
Restaurante "Meia Bola"

Gastronomia

Ensopado de borrego, gaspacho, migas, açorda, enchidos, queijo de cabra e ovelha, pastéis de Safara, bolo-podre e bolo rançoso.

Receita do Gaspacho à Alentejana
Uma excelente receita para os dias de grande calor

Ingredientes
* 3 dentes de alho
* 1 colher e meia de sopa de sal grosso
* 3 colheres de sopa de azeite
* 4 colheres de sopa de vinagre
* 2 tomates maduros
* 1/2 pepino
* 1/2 pimento
* óregãos
* 200 g de pão duro
* pimenta

Confecção

Num almofariz pise os dentes de alho com o sal de modo a obter uma pasta.
Coloque esta no fundo de uma terrina, regue com o azeite e o vinagre e tempere com pimenta.
Reduza um tomate a puré e junte-o à mistura anterior.
Corte o tomate e o pepino restante em quadradinhos e o pimento em tirinhas e deite na terrina.
Regue com litro e meio de água gelada.
Polvilhe com óregãos e rectifique o sal.
Por fim junte o pão cortado em quadradinhos e sirva 15 minutos depois.
Acompanhe o gaspacho com peixe frito, fatias de presunto ou rodelas de paio.

*A água pode ser substituída em parte por sumo de tomate.
Este obtém-se passando o tomate maduro através de uma centrifugadora ou pelo passador ou ainda batendo-o no copo misturador depois de limpo de peles e sementes.

Contactos úteis

Delegação Municipal_ 285 935 024
Junta de Freguesia de Safara_ 285 935 415
Extensão de Saúde_ 285 935 173
Guarda Nacional Republicana_ 285 935 156
Casa Divina Providência e Maria Auxiliadora_ 285 935 133
Centro Social e Comunitário_ 285 935 014


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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qua Dez 08, 2010 10:15 am

Boticas



Com base nos Livros de Linhagens (Livro Velho 3), Título XXX.º, página 107; na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, página 313 do 4º volume; no Armorial Lusitano, página 88; e no Historial do Apelido de Família do CAPB, o apelido "Barroso", de raiz toponímica, teve a sua origem nas Terras de Barroso, em Trás-os-Montes.
O primeiro que o usou, e que provinha da antiga linhagem dos Guedeões, retirou-o de uma torre no lugar de "Sipiões", naquela região, da qual foi Senhor.



Foi ele D. Egas Gomes Barroso, filho de D. Gomes Mendes Guedeão e de sua mulher D. Chamôa Mendes de Sousa, ambos tratados no Nobilário do Conde D. Pedro, filho de D. Dinis, onde se vê ainda ser neto de D. Gueda, o Velho.



Foi D. Egas rico-homem dos Reis D. Sancho II e D. Afonso III, tendo ido em 1247, durante o reinado deste último soberano, ao cerco de Sevilha, em auxílio do Rei D. Fernando, o Santo, de Castela.
Dos dois filhos de D. Egas vêm duas distintas linhagens: a dos Bastos, descendentes de seu filho segundo, D. Gomes Viegas de Basto, e os Barroso, provenientes do casamento do primogénito Gonçalo Viegas Barroso com D. Maria Fernandes de Lima.
Destes ficou vasta geração, a qual manteve o uso do apelido, muitas vezes até por linha feminina.
Fixando-se na região de Braga e Barcelos vieram a ser Senhores e administradores de bons Vínculos e Morgados, como os das Quintas da Falperra, do Eixidio, de Oleiros, ou de S. Jorge, que tinha Capela em S. Francisco, no Porto.
As armas usadas por esta família são: de vermelho, cinco leões de púrpura, armados e linguados de ouro, cada um carregado de três ou de duas faixas também de ouro.

O concelho de Boticas está situado na parte noroeste de Portugal, província de Trás-os-Montes, Distrito de Vila Real.
Criado no âmbito da reforma administrativa de 1836, o actual concelho de Boticas corresponde a uma parte da antiga terra do Barroso à qual deu o nome, pois é na sua área geográfica que existe a serra do Barroso e as povoações de Alturas do Barroso e Covas do Barroso, divisão administrativa e territorial que até então incorporava também o actual concelho de Montalegre e o extinto concelho de Ruivães, este hoje parte do concelho de Vieira do Minho.



A Vila de Boticas, então já lugar central, é, desde a criação do Concelho, a sede do Município.
As armas e a bandeira do concelho de Boticas, são, de acordo com o parecer da Associação dos Arqueólogos Portugueses, de prata, com uma abelha de negro realçada a ouro, acompanhada de quatro espigas de trigo verde, cruzadas em ponta e atadas de vermelho.
Coroa mural de quatro torres. Bandeira azul.



Gastronomia

Pratos típicos:

A vitela Barrosã
O famoso cozido à moda do Barroso
Os enchidos
O presunto
O salpicão
Os rojões
O Vinho dos Mortos *
Mel de Barroso

*"Vinho dos Mortos".

Uma história que nos leva até Boticas, mais concretamente até ao ano de 1808, quando os franceses invadiram a região, o povo, com medo que lhes pilhassem os bens, escondeu o que conseguiu, o vinho foi enterrado no chão das adegas, debaixo das pipas e dos lagares.
Mais tarde, quando recuperaram os bens que restaram e ao desenterrarem o vinho, julgaram-no estragado. Porém, descobriram que estava muito mais saboroso, pois tinha adquirido propriedades novas. Era um vinho com graduação de 10º/11º, palheto, apaladado, e com algum gás natural, que lhe adveio de se ter produzido uma fermentação no escuro e a temperatura constante.
Por ter sido "enterrado" ficou a designar-se por "Vinho dos Mortos" e passou a utilizar-se esta técnica, descoberta ocasionalmente, para melhor o conservar e optimizar a sua qualidade. Assim, nasceu a tradição de "enterrar" o vinho.

Contactos úteis
Câmara Municipal de Boticas | 276 410 200
Bombeiros Voluntários de Boticas | 276 415 291
Guarda Nacional Republicana | 276 410 540
Centro de Saúde de Boticas | 276 410 140
Sta. Casa Misericórdia | 276 418 030
Posto de Turismo | 276 410 200
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Jan 11, 2011 1:38 pm

Nazaré



Município litoral português, pertencente ao distrito de Leiria, compreendendo 3 freguesias (Famalicão, Nazaré e Valado dos Frades).
Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 15 300 residentes para uma área bruta de 82 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de 13%.

A economia municipal assenta na pesca, agro-pecuária, indústria alimentar e no turismo (restauração e hotelaria), bem como na administração local e nas actividades de prestação de serviços privados e públicos.


Localizada na orla costeira, a nordeste da cidade de Alcobaça e a sudeste da cidade da Marinha Grande, a vila da Nazaré é sede de município e registava uma população de cerca de 9900 residentes em 1991.

Património

O património edificado mais significativo inclui a igreja matriz e a igreja de Nossa Senhora dos Aflitos; no Sítio, a capela da Memória (já existente nos inícios da nacionalidade, sofreu modificações várias até ao reinado de D. Manuel I), a igreja de Nossa Senhora da Nazaré e o forte de São Miguel.

O litoral municipal é o elemento mais significativo do património natural.

História














A povoação é relativamente recente (século XVII) e desde sempre esteve ligada à actividade piscatória.
Bem mais antigo é o Sítio, ligado à lenda de D. Fuas Roupinho, que teria sido salvo de cair no precipício da Pederneira, quando perseguia um veado, por intervenção de Nossa Senhora.
A Nazaré passou a sede de concelho em 1855.

Os trajes das pescadoras







Município da Nazaré - Câmara Municipal

Morada Av. Vieira Guimarães, 54
2450-951 Nazaré
Telefone 262 550 010
Fax 262 550 019
Email geral@cm-nazare.pt

Clínica do Sítio

Morada Largo de N. Sra. da Nazaré, nº 42
2450-065 Sítio da Nazaré
Telefone 262 568 410
Fax 262 560 322
Email geral@clinicadositio.com

Confraria Nossa Senhora da Nazaré

Morada Largo Nossa Senhora da Nazaré - Sítio
2450-065 Nazaré
Telefone 262 550 100
Fax 262 550 108
Email mesa.admin@cnsn.pt

CTT - Nazaré

Morada Av. Independência Nacional, Nº 2
2450-999 Nazaré
Telefone 262 569 101
Fax 262 569 106
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Jan 11, 2011 1:44 pm

Gosto muito da Nazaré Smile Infelizmente foi muito estragada pela construção desenfreada, como muitas outras zonas costeiras nacionais, mas ainda vale a pena visitar.

_________________

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Jan 11, 2011 1:55 pm

O meu ego acabou de sofrer um boost, eu conheço bem essas terrinhas todas, sem excepção Laughing
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Ter Mar 01, 2011 8:56 pm

Guimarães







Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das sub-regiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab\km²

A cidade está historicamente associada à fundação da nacionalidade e identidade Portuguesa.
Guimarães, entre outras povoações, antecede e prepara a fundação de Portugal, sendo conhecida como "O Berço da Nação Portuguesa".
Aqui tiveram lugar em 1128 alguns dos principais acontecimentos políticos e militares, que levariam à independência e ao nascimento de uma nova Nação.
Por esta razão, está inscrito numa das torres da antiga muralha da cidade
“Aqui nasceu Portugal”, referência histórica e cultural de residentes e visitantes nacionais.



CASTELO DE GUIMARÃES
No século X a Condessa Mumadona Dias, após ter ficado viúva, manda construir na sua herdade de Vimaranes - hoje Guimarães - um Mosteiro.
Os constantes ataques por parte dos mouros e normandos leva à necessidade de construir uma fortaleza para guarda e defesa dos monges e da comunidade cristã que viviam em seu redor.
Surge assim o primitivo Castelo de Guimarães.

No século XII, com a formação do Condado Portucalense, vêm viver para Guimarães o Conde D.Henrique e D.Teresa que mandam realizar grandes obras no Castelo de forma a ampliá-lo e torná-lo mais forte.
Diz a tradição que teria sido no interior do Castelo que os condes fixaram residência e provavelmente aí teria nascido D.Afonso Henriques.

Entre os séculos XIII e XV vários reis irão contribuir com obras de melhoramento e restauro do Castelo.
Ligado a façanhas heróicas do período da fundação da nacionalidade como a Batalha de S.Mamede em 1128, razão porque é conhecido por Castelo da Fundação ou de S. Mamede, serviu ainda ao longo da sua história de palco a vários conflitos reais.

Perdida que foi a sua função defensiva, o Castelo entra num processo de abandono e degradação progressiva até ao século XX, altura em que é declarado Monumento Nacional e são efectuadas obras de restauro.[/b]

Festas Tradicionais
As Festas Gualterianas, em honra de São Gualter, decorrem desde 1906 sempre no primeiro fim-de-semana de Agosto.
Nos últimos anos, a Câmara Municipal tem assumido a organização das festividades através de uma comissão presidida pelos vereadores da Cultura e outras instituições, nomeadamente a Associação Comercial e Industrial de Guimarães e a Associação Recreativa da Marcha Gualteriana.
Estas festas são marcadas pelo Cortejo do Linho e pela Batalha das Flores.
Por fim, como é tradição, a Marcha Gualteriana encerra as festas.




Monumentos
Capela de S. Miguel


Construção do século XII de estilo românico.
De acordo com a tradição, D. Afonso Henriques terá sido aqui baptizado.
O interior desta capela é ladeado com sepulturas que se atribuem a guerreiros ligados à fundação da nacionalidade.

Paço dos Duques de Bragança
Paço do século XV, mandado construir por D. Afonso, futuro duque de Bragança, onde é possível observar a influência da arquitectura senhorial da Europa Setentrional.
No século XIX foi convertido em quartel.
Em meados do século XX, após um período de abandono, foi restaurado e posteriormente convertido em Museu, albergando um espólio do século XVII e XVIII.
Das várias colecções que possui, umas retratam os contributos dos portugueses na época dos Descobrimentos Portugueses; outras narram alguns dos passos das conquistas no Norte de África.
Possui também colecções de armas dos séculos XV a XIX e colecções de mobiliário do período pós-descobertas.
Para além da sua função museológica, este palácio foi adaptado, no seu segundo andar, a residência oficial do Presidente da República Portuguesa, aquando das suas deslocações ao Norte de Portugal.

Muralhas de Guimarães

Representam vestígios das muralhas que envolviam a urbe vimaranense nos reinados de D. Dinis e D. João I – séculos XIV e XV. Alguns historiadores remetem as origens destas muralhas para o século X.

Igreja Nossa Senhora da Oliveira

Foi mandada reedificar pelo rei D. João I no século XIV, em consequência de uma promessa feita à Virgem Maria pela sua vitória da Batalha de Aljubarrota.

Padrão do Salado

Monumento mandado erguer por D. Afonso IV no século XIV para comemorar a vitória obtida na Batalha do Salado.

Antigos Paços do Concelho

Monumento com traça de raiz mandado edificar no século XIV.

Cruzeiro Nossa Senhora da Guia
Este cruzeiro que é hoje conhecido pela invocação da Senhora da Guia, terá sido em tempos denominado de Senhora da Piedade, em virtude da representação da Pietá aí existente.
Não há certezas quanto à sua localização original, encontrando-se actualmente localizado junto à Igreja da Oliveira, num ângulo protegido por gradeamento em ferro.

Locais a visitar
VIDA NOCTURNA
É no centro histórico de Guimarães que se concentram a maior parte dos bares da cidade.
É nesta zona que todos os dias os jovens vão para se divertirem dando vida ás belas praças da cidade até altas horas da madrugada.
Também é aqui que se realizam muitos dos eventos musicais e culturais da cidade alternando entre a praça de S. Tiago e o Largo da Oliveira.



Gastronomia
A arte de bem cozinhar e de bem comer está bem vincada em Guimarães.
Muitos Vimaranenses incluem, inclusive, no seu orçamento pelo menos uma refeição semanal fora de casa, o jantar de Sábado ou o almoço de Domingo, para saborearem a boa cozinha regional.
Os principais pratos revelam-se nas receitas tradicionais da cozinha minhota e não são muito diferentes dos que se podem encontrar noutras cidades do Minho.
Arroz de frango de "pica no chão", rojões e bucho recheado, papas de sarrabulho e arroz do mesmo, bacalhau assado ou recheado.
A acompanhar estes pratos está, invariavelmente, o vinho verde da região.
A doçaria tradicional vimaranense é composta por doces conventuais.
O toucinho-do-céu e as tortas de Guimarães.



Rojões


Toucinho do céu

Ingredientes:

10 ovos (8 gemas e 2 ovos)
450 gramas de açúcar
250 gramas de amêndoa ralada
2,5 dl de água
75 gramas de miolo de pão
1 casquinha de limão
1 pau de canela
2 colheres de sopa bem cheias de farinha
açúcar em pó para polvilhar

papel vegetal
margarina para untar

Preparação:

Comece por levar ao lume a água e o açúcar juntamente com o pau de canela e a casca de limão, deixe ferver durante cerca de 3 minutos.
Retire, reserve para que arrefeça um pouco. (retire também a casca de limão e o pau de canela)
Entretanto vá batendo as gemas e os ovos num recipiente.
Junte agora o miolo da amêndoa e do pão ao preparado do açúcar. Envolva bem. Quando estiver completamente frio junte então as gemas e os ovos batidos. (faça-o com a ajuda de um passador)
Leve novamente este preparado ao lume. Quando começar a levantar fervura, retire-o imediatamente. Reserve até que arrefeça um pouco.
Entretanto enquanto espera, unte uma forma redonda (sem buraco) com a margarina. Unte também o papel vegetal, polvilhe-o com farinha, e forre a forma com este.
Agora com o preparado menos quente, junte as colheres de farinha e mexa muito bem.
Finalmente coloque o preparado na forma, e leve-o ao forno pré-aquecido, em banho-maria, cerca de 40-45 minutos mais ou menos.
Deixe arrefecer antes de desenformar.
Polvilhe com açúcar em pó.

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 4:18 pm

A Cidade de Tomar



Tomar é uma cidade portuguesa com cerca de 15 764 habitantes, pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e sub-região do Médio Tejo.
Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.
A histórica cidade de Tomar possui diversos monumentos como por exemplo:
Castelo de Tomar e Convento de Cristo, declarado pela UNESCO Património Mundial.


Convento de Cristo


Castelo de Tomar

Outras cidades relativamente perto de Tomar:
Abrantes, Torres Novas, Entroncamento, Ourém, Fátima (todas geograficamente localizadas no Médio Tejo).



Depois da conquista da região aos mouros pelo Rei Afonso Henriques, a terra foi doada como feudo à Ordem dos Templários.
O Grão-Mestre desta Ordem, Dom Gualdim Pais, iniciou em 1160 a construção do Castelo e Convento que viriam a ser a sede dos Templários em Portugal.
O Foral foi concedido por D. Gualdim em 1162.
De Tomar os Templários governavam vastas possessões do centro de Portugal, que estavam obrigados a defender dos ataques vindos dos estados islâmicos a sul.
Como muitos senhores das então pouco povoadas regiões da fronteira, aos vilões foram concedidos muitos direitos que não tinham os habitantes do norte do país.
Aqueles que podiam sustentar um cavalo estavam obrigados ao serviço militar em troca de privilégios.
As mulheres também podiam ingressar na Ordem, mas não combatiam.



Em 1190 a cidade foi cercada pelo Rei Almóada Yakub de Marrocos, mas os Monges Cavaleiros tiveram sucesso em defendê-la sob o comando de Gualdim Pais.


Festividades

A festa dos tabuleiros é uma festa realizada de 4 em 4 anos no principio do mês de Julho.
É uma das manifestações mais antigas de Portugal e a sua origem encontra-se nas festas de colheita à deusa Ceres.
A sua cristianização pode dever-se à Rainha Santa Isabel, tendo por base a Congregação do Espírito Santo.
No Domingo de Pentecostes, juntavam-se ricos e pobres sem distinção, dia em que as línguas de fogo desceram sobre os Apóstolos simbolizando a igualdade de todos perante Deus.

DOÇARIA TRADICIONAL
As fatias de Tomar são uma sobremesa da doçaria tradicional tomarense.
Esta sobremesa tem também a designação de fatias da China, nome que desagrada um pouco aos tomarenses.
A panela que serve para as cozer só se vende na cidade de Tomar, mas também podem ser feitas numa forma que vede bem.
A panela tem um funil que permite juntar água em banho-maria sem ser preciso retirar a forma e, sem parar a cozedura.
Diz-se que era a sobremesa favorita dos frades do Convento de Cristo.



A receita
Ingredientes:
24 gemas de ovos;
1 kg de açúcar;
1 Litro de água

Confecção:
Separar as gemas das claras só na altura em que se vão bater. Bater as gemas durante 20 minutos na máquina eléctrica.
Deitar a massa numa forma oval com tampo, muito bem untada. Introduzir a forma em banho-maria, já a ferver, e deixar cozer durante 1 hora sem nunca parar a fervura da água.
Desenformar o bolo e cortar às fatias, sempre na vertical, com a espessura de um dedo.
Ter já o açúcar ao lume a ferver com 1 litro de água e com um ponto muito baixo, chega 102º C.
Introduzir as fatias nesta calda, deixando-as ferver e virando-as.
Colocar as fatias numa travessa e regar com a calda.
No final pode enfeitar com fios de ovos.
A calda deve ser constantemente acrescentada com pingos de água para impedir que o ponto suba.

Onde comer
Restaurante A Lúria / Tomar / Lisboa Região
Tel. : +351 249 381 402
Restaurante Beira Rio / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249312806
Restaurante Bela Vista / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249312870
Restaurante Chico Elias / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249311067

Onde dormir
Casa da Avó Genoveva / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249982219
Casa do Troviscal / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249371318
Website : http://www.troviscal.com
E-mail : troviscal@mail.telepac.pt
Estalagem de Santa Iria / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249313326
Website : http://www.estalagensdeportugal.com
E-mail : estalagem.iria@clix.pt
Hotel dos Templários / Tomar / Lisboa Região
Tel. : +351 249 310 100
Website : http://www.hoteldostemplarios.pt
E-mail : hoteltemplarios@mail.telepac.pt
Hotel Sinagoga / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249323083
E-mail : residencial.sinagoga@clix.pt
Pensão Cavaleiros de Cristo / Residencial / Tomar / Lisboa Região
Tel. : +351 249 321 203
E-mail : residencialcavcristo@sapo.pt
Pensão Luz / Residencial / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249312317
Website : http://www.residencialluz.com
E-mail : info@residencialluz.com
Pensão Restaurante Bonjardim / Tomar / Lisboa Região
Tel. : 249316136
E-mail : residencial.sinagoga@clix.pt

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 4:57 pm

Qaa Qenymin escreveu:
Outras cidades relativamente perto de Tomar:
(...) Fátima
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Ceinwyn
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 5:11 pm

Kraft durch Freude escreveu:
Qaa Qenymin escreveu:
Outras cidades relativamente perto de Tomar:
(...) Fátima
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É uma freguesia do concelho de Ourém.
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 5:21 pm

Ceinwyn escreveu:
Kraft durch Freude escreveu:
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Outras cidades relativamente perto de Tomar:
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 5:26 pm

Kraft durch Freude escreveu:
Ceinwyn escreveu:
Kraft durch Freude escreveu:
Qaa Qenymin escreveu:
Outras cidades relativamente perto de Tomar:
(...) Fátima
Fátima não é cidade! Evil or Very Mad
É uma freguesia do concelho de Ourém.
É freguesia e cidade.
Pega num Fatimense e num Oureense, deixa-os a uma distância de segurança aceitável e observa o resultado. Laughing
Se arranjares alguém de Fátima, eu tenho família em Ourém para juntar.

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 6:33 pm

Cein!!!

Tens familia em Ourém?????

Cum raio pá, looool, o mundo é minorca mesmo. Eu sou natural de Ourém!!

Btw, eu estava mesmo convencida que Fátima não era cidade!! Quando foi feita a alteração? scratch
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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Qui Mar 31, 2011 7:18 pm

Vampiria escreveu:
Cein!!!

Tens familia em Ourém?????

Cum raio pá, looool, o mundo é minorca mesmo. Eu sou natural de Ourém!!

Btw, eu estava mesmo convencida que Fátima não era cidade!! Quando foi feita a alteração? scratch
Tenho lá uns primos, mas não são de lá nem nada. Na wiki diz "A construção do Santuário de Fátima trouxe desenvolvimento ao local, logrando ser elevada a cidade em 12 de Julho de 1997."

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MensagemAssunto: Re: Vai para fora Cá dentro   Sex Abr 01, 2011 8:13 am

Fátima foi elevada a cidade em 12 de Julho de 1997.

A cidade de Fátima foi formada a partir da agregação de um conjunto de localidades, nomeadamente:
Cova da Iria, Fátima-Sede, Moita Redonda, Aljustrel, Casa Velha, Moimento, Eira da Pedra.
Além destas localidades, fazem ainda parte da freguesia os lugares de Alveijar, Amoreira, Boleiros, Casal farto, Casal de Santa Maria, Casalinho, Chã, Gaiola, Gisteira, Lomba, Lombo d´Ègua, Lameira, Maxieira, Moitas, Montelo, Ortiga, Pederneira, Pedreira, Poço de Soudo, Ramila, Vale de Cavalos, Vale de Porto e Valinho de Fátima.
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